Embora a Internet seja um instrumento de apoio à educação, os pais estão preocupados com o material impróprio para crianças na Web. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos e países da Europa revela que 94,5% deles sentem que seus filhos correm risco no mundo virtual.
O estudo foi realizado pela empresa de segurança F-Secure, com 1.169 usuários de Internet da Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, França e Alemanha. Do universo de pais entrevistados apenas 5,5% deles sentem que seus filhos estão seguros online.
Os mais receosos quanto à segurança online dos filhos são os alemães. A pesquisa mostrou que 77% deles temem sobre a segurança online. Já os mais confiantes são os ingleses. Lá na Inglaterra, 38% acreditam que é seguro acessar à Web, apesar de apenas 4% acharem que seus filhos estão totalmente seguros no mundo virtual.
Nas posições seguintes estão os canadenses, com 7%; os norte-americanos e franceses, com 6%. Quando questionados sobre a afirmação "minhas crianças estão seguras online", quase metade dos pais não concordou.
Apesar da popularização da ferramenta de controle parental disponível nos softwares de segurança, os que os pais mais temem é a exposição de seus filhos a materiais questionáveis na Internet.
Exposição é maior problema
Entre os entrevistados, 92,5% temem esta exposição e apenas 7,5% acham que as crianças não estão expostas, apesar de quase metade não concordarem com a afirmação "minhas crianças não estão expostas a materiais questionáveis online". Os americanos (12%) e os franceses (12%) foram os que se sentiram mais confiantes em relação a esse quesito.
De acordo com os pesquisadores da F-Secure, 20,3% dos participantes acreditam que as crianças respeitam os limites de tempo estabelecidos. Os norte-americanos (27%) foram mais uma vez os mais seguros quanto ao período de uso da internet, seguidos pelos canadenses (23%) e europeus (17%).
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