;A maior parte das vendas, 40%, ficou a cargo do Brasil - o México aparece em segundo, com 25%.
Segundo a HP, a expectativa de crescimento anual é de 20%, mas a impressão de fotos registradas com esses dispositivos não segue no mesmo ritmo. Das 4 bilhões de fotografias impressas em 2006, menos da metade - 1,7 bilhão - teve origem de câmeras digitais.
"Temos uma grande oportunidade e um grande desafio na América Latina, onde o trabalho começa por educar as pessoas sobre as possibilidades de impressão em casa, para, assim, criar demanda", diz Beth Bernhardt, gerente de produto para a América Latina para tinta e impressão para pequeno formato.
De acordo com a executiva, das 1,7 bilhão de fotos feitas com câmeras digitais e impressas em 2006, apenas 700 milhões foram impressas em casa. Entre as iniciativas da empresa para educar consumidores latino-americanos, estão a implantação de produtos com embalagens com informações em português e espanhol, e a oferta de kits com poucas folhas e preço reduzido que permitem ao cliente experimentar o produto. Outra alternativa é a comercialização de kits que reúnem impressora e papel da marca. Eles reduzem custo e incentivam a experimentação dos produtos de forma conjunta.
Em cinco países, a HP implantou quiosques com informações sobre diferentes papéis para impressão. A partir de maio, a HP começará a realizar ações semelhantes no Brasil. "O Brasil tem muitas marcas locais de papel, é um desafio para nós", afirma Beth. "Estamos avaliando diferentes opções para chegar a dierentes mercados. Nosso foco atual é oferecer papéis com diferença competitiva clara", completa Luis Pabloo Alcalá, gerente para a América Latina para desenvolvimento de mercado de consumíveis.
*A jornalista viajou a San Diego, Califórnia, a convite da HP
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