As vendas online cresceram 49% no primeiro trimestre de 2008 em comparação com os negócios registrados no mesmo período em 2007. Segundo pesquisa da e-bit, setor movimentou R$ 1,8 bilhão nos primeiro três meses do ano, contra R$ 1,2 bilhão obtido na mesma época no exercício anterior.
Apesar de o varejo considerar o primeiro trimestre como sendo de meses mais fracos, principalmente por ser logo após as festas de final de ano, quando as pessoas ainda estão cheias de dívidas, o estudo contatou que os consumidores continuam comprando. Os números da e-bit mostram que 2008 promete ser um ano de importantes resultados para o comércio eletrônico.
?Os números realmente impressionam. O início do ano é, geralmente, uma época pouco produtiva para o varejo. A maioria dos consumidores ainda possui dívidas feitas durante as festas de final de ano e reduz seu volume de compras. Mas, as fortes promoções no começo deste ano, somados à diminuição dos juros e a facilidade de parcelamento no cartão de crédito parecem fazer sucesso junto aos adeptos das lojas virtuais?, revela Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.
Quando se compara o valor gasto pelos e-consumidores em suas compras pela Internet, ou seja, o tíquete médio, registrou um aumento de pouco mais de oito pontos percentuais em relação a 2007. O valor médio por compra ficou em R$ 319, sendo que no ano passado esse número estava em R$ 295.
Produtos mais vendidos
Na lista de produtos mais vendidos no primeiro trimestre de 2008, a categoria de Livros ficou mais uma vez em primeiro lugar, a mesma posição do ano passado quando teve 19% de representatividade, com a diferença de que nesse ano ficou com 21%.
O segundo lugar ficou com produtos de Informática com 12% e o terceiro lugar com a categoria Saúde e Beleza com 9%, um crescimento admirável em relação ao ano anterior, quando essa categoria teve 5% de participação.
Os produtos Eletrônicos ficaram em quarto lugar com 7% e, surpreendentemente, a categoria de Eletrodomésticos ocupou o quinto lugar, com 6% de participação, sendo que não ocupava os primeiros lugares no ranking de produtos mais vendidos no primeiro trimestre desde 2005.
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