Cadastrar Perguntas Home Minha Conta Mapa do Site
Buscar:
Buscar Guias sobre:
Escreva um guia
Como comprar um carro economico
Autor:
Ver mais Guias do autor
140 de 155 qualificaram esse guia como útil.
Atualizado em 03/11/2007

Guia para você aprender a comprar um carro economico. Finalmente vc vai entender como é relação de peso, segurança, combustivel...etc...

Prezado leitor! Antes de mais nada, para que entendamos que foi útil este guia, pedimos com muito prazer e gentileza que antes de sair desta página, que vá até o final e responda a pergunta:

O seu voto nos motivará a escrever mais conhecimento a você.

Comparando tamanho, peso e segurança

O peso do veículo é o maior inimigo da economia de combustível. Um veículo pesado simplesmente precisa de mais potência do que um veículo menor para produzir aceleração e capacidade de transporte comparáveis. Para atingir isso, costuma-se recorrer a um motor com mais cilindradas.

Os testes de economia de combustível da Consumer Guide mostram que, para o mesmo modelo de veículo, a versão equipada com o motor maior quase sempre usa mais combustível do que uma com motor de menos cilindradas. No entanto, em alguns veículos utilitários esportivos e picapes que testamos, a versão com o motor menor foi quem rodou menos quilômetros por litro. Nos veículos maiores e mais pesados, um motor maior que não tenha de se esforçar tanto pode acabar gastando menos combustível do que a versão com o motor menor.

Geralmente, quanto maior o tamanho de um veículo, mais ele pesa. Mas essa não é uma regra tão rígida assim, pois há modelos de tamanho médio carregados de acessórios de luxo ou equipamentos específicos que podem ser mais "gordinhos" do que as versões maiores (mas menos equipadas) dos mesmos veículos.

Outra coisa que pode afetar o peso é o trabalho que o veículo foi projetado para fazer. Carregar trailers ou praticar off-road, por exemplo, pode requerer uma armação forte e componentes reforçados na suspensão. E acredite, eles aumentam o peso. Além disso, também temos o caso dos conversíveis, que pesam mais do que as versões de carroceria fechada.

Tamanho, peso e segurança

As leis básicas da física podem impor verdades difíceis de engolir quando nosso objetivo é economizar combustível. Os veículos maiores e mais pesados têm taxas menores de acidentes fatais do que veículos menores e mais leves. Porém, não é possível pegar essa informação e simplesmente concluir que tamanho é igual a segurança, pois alguns veículos maiores, como as picapes grandes, possuem taxas de acidentes com morte maiores do que certas categorias de veículos de passageiros, como os sedans e as minivans, que não são tão grandes ou pesados. Tudo depende muito do design do veículo, dos itens de segurança com os quais foi equipado e, tão importante quanto os outros dois fatores, do perfil do motorista.

Uma olhada mais profunda na segurança do veículo

Os índices de fatalidade costumam ser medidos em mortes por 1 milhão de veículos registrados. A classificação do tipo de veículo por índice de fatalidade pode mudar de ano a ano, dependendo de variações no registro de ocorrências. Mas no geral, eis como os veículos costumam ser classificados, listados dos menores índices para os maiores:
  • minivans e carros maiores (menor taxa de fatalidade)

  • veículos utilitários esportivos grandes

  • carros de médio porte

  • utilitários esportivos de médio porte

  • picapes grandes

  • utilitários esportivos compactos

  • veículos compactos

  • picapes compactas (maior taxa de fatalidade)

Enquanto você pensa no equilíbrio entre economia de combustível e tamanho do veículo, aqui vão alguns fatores que influenciam as taxas de fatalidade dos diferentes tipos de veículos.

As minivans costumam ser veículos familiares e são conduzidos de maneira conservadora por uma população de motoristas maduros e experientes. O mesmo é verdade para os carros de grande porte. Ambos os tipos têm áreas de impacto generosas e costumam ser equipados com opcionais de segurança importantes, como airbags laterais e freios ABS. E nenhum dos dois apresenta uma grande desvantagem devido ao seu tamanho.

Utilitários esportivos grandes têm o tamanho e o peso a seu favor, além de serem fabricados em carrocerias robustas, como as usadas em caminhões. Essa carroceria aumenta a proteção contra colisões passivas, embora essa estrutura interna rígida de metal, junto à altura de um utilitário de grande porte, signifique que esses veículos podem ser mortais para ocupantes de carros menores durante uma batida. Além disso, como esses carros não são baratos, costumam ser conduzidos por uma parcela madura da população.

A categoria de carros de médio porte engloba a maior quantidade de modelos, de sedans muito baratos até modelos de alto luxo e desempenho. A vantagem deles é um baixo centro de gravidade que diminui a incidência de capotagens, além de também poderem ser equipados com os opcionais de segurança mais recentes. No entanto, seu tamanho modesto significa vulnerabilidade em colisões com veículos maiores e sua população mais diversificada de motoristas inclui o tão temido grupo dos motoristas mais jovens e inexperientes.

Os utilitários esportivos de médio porte incluem tanto as peruas semelhantes a caminhões, peruas semelhantes a carros e a mais recente combinação de carro, utilitário esportivo e minivan: a crossover wagon. Eles também englobam uma ampla faixa de preços, equipamentos de segurança e tipo de motorista.

As picapes maiores têm muitas características semelhantes aos utilitários esportivos de grande porte, principalmente a altura de condução e a carroceria pesada. Mas os motoristas de picapes tendem a ser mais jovens e menos preocupados com a família, tratando-se de uma faixa de motoristas que conduzem de maneira menos prudente, o que é um fator importante no tipo de acidente mais fatal envolvendo caminhões e utilitários esportivos: as capotagens.

Os veículos com um centro de gravidade mais alto são menos estáveis em mudanças de direção e têm as maiores incidências de acidentes de capotagem, nas quais uma das principais causas de morte é a ejeção do veículo. Os motoristas de picape, de acordo com as estatísticas, usam o cinto de segurança com menos freqüência do que os motoristas de qualquer outro tipo de veículo.

Os utilitários esportivos compactos também têm um ponto de visão alto e grande incidência de capotagens, além de serem conduzidos por uma população de motoristas relativamente inexperientes. Outro fator importante é que o tamanho e o peso deles não lhes dá uma vantagem significativa na segurança passiva.

Já os carros compactos são leves e pequenos e, embora alguns sejam relativamente caros, a maioria é um tipo de transporte caro para motoristas jovens.

E no final da tabela, temos as picapes compactas ou caminhonetas, que combinam as características de segurança menos desejáveis: são relativamente pequenas e leves, têm um centro de gravidade alto, grande incidência de capotagens e motoristas de alto risco que costumam não usar cinto de segurança.

Quando estiver procurando um veículo com consumo eficiente, é bom ter em mente o peso e a segurança. Mas não esqueça que as estatísticas nem sempre correspondem à verdade. Procure por um carro que vá de encontro às suas necessidades e utilize as informações das taxas de fatalidade para auxiliar a sua decisão final e não para defini-la.
Enquanto você pensa no equilíbrio entre economia de combustível e tamanho do veículo, aqui vão alguns fatores que influenciam as taxas de fatalidade dos diferentes tipos de veículos.

Comparando o consumo dos veículos

Por lei, os fabricantes são obrigados a anunciar os índices de consumo de seus veículos, conforme certificado da EPA (Agência de Proteção Ambiental), em adesivos nas janelas da maioria dos novos veículos vendidos nos EUA, com exceção dos veículos com peso bruto acima de 3.850 quilogramas (entre eles estão as picapes para trabalhos pesados e os utilitários esportivos maiores).

Essas informações devem listar o consumo (em km por litro) estimado para condução na cidade e na estrada, além de estimativas da faixa de economia de combustível que a maioria dos motoristas atinge com aquele modelo específico.

Para obter uma lista com as estimativas da EPA para todos os veículos cobertos pelo programa, acesse http://www.fueleconomy.gov (site em inglês). Mas, como a maioria de nós sabe, esses índices "oficiais" raramente refletem o que vemos na vida real. Isso porque a economia de combustível não é um número fixo, mas algo que depende do carro, da maneira e do local em que se está dirigindo. A economia de combustível do seu veículo quase sempre será diferente do índice de economia da EPA.

Os índices da EPA estimam o consumo de um motorista "típico", em condições urbanas e de estrada "típicas". No entanto, a maioria dos motoristas e ambientes onde dirigimos não são típicos e os fatores que afetam nossa economia de combustível podem variar de maneira significativa.

Consumo real X consumo da EPA

Aqui está uma amostra das estimativas de economia de combustível da EPA para vários veículos diferentes. Ao lado, encontram-se também as médias obtidas pelo Consumer Guide (ambas em quilômetros por litro) durante seu programa de testes. Este programa é composto por testes realizados por ao menos quatro editores, nos quais os veículos são submetidos a uma combinação de rodagem em áreas urbanas e estradas. Eles são testados na região de Chicago e no Sul da Califórnia e costumam acumular cerca de 482 quilômetros rodados durante o período de testes (observação: man. significa transmissão manual; auto. significa transmissão automática; e awd significa tração awd, sobre a qual é possível ler mais nas próximas seções).

Veículo 2005
EPA Cidade/Estrada CG Observado
     
Acura RSX Tipo-S, man. 9,7/13 9
Audi A4 2.0 T, man.
9/13 9,5
BMW 325Ci conversível, auto. 8/11 9,3
Chevy Cobalt LS sedan, auto. 10/13,5 12,1
Chevy Colorado LS cabine estendida, auto. 7,5/9,5 7,4
Chrysler 300 Touring AWD, auto. 7//10 8,3
Dodge Ram SRT-10, man.
4/6  3,9
Ford 500 SEL AWD, conversível
8,5/11,5 7,7
Ford Mustang Premium, auto
8/10,5 8,6
Honda Accord EX V6 cupê, man. 8,5/12,5 9,8
Honda Civic EX cupê, man. 
13,5/15,5 12
Honda Odyssey Touring, auto.  8,5/11,5 6,9
Jaguar Tipo S 3.0, auto.
7,5/11 8,2
MINI Cooper conversível, man. 11,5/15 11,7
Saab 9-2X Aero, man.
8,5/11 8,5
Toyota Highlander Base AWD, auto.
9/10,5 8,1
Volkswagen Touareg V8, auto.
6/7,5 5,1
Volvo XC90 V8 AWD, auto.
7/8,5 6,3

Como são testados os novos veículos

Por que os valores de quilômetro por litro da EPA quase sempre são maiores do que os valores práticos medidos pelo Consumer Guide? Essa diferença está muito relacionada com a maneira na qual os novos carros e caminhões têm seu consumo de combustível avaliado. Embora parecesse lógico determinar a economia de combustível de um veículo pelo simples método de encher o tanque, rodar na rua ou em uma pista de testes por um número determinado de quilômetros, encher o tanque de novo e dividir o número de quilômetros pelo número de litros consumidos, não é assim que os especialistas fazem.

Na verdade, os veículos testados não chegam nem perto do asfalto, tendo seu consumo medido sob circunstâncias severamente controladas em um laboratório com o uso de um teste padrão obrigatório de acordo com leis federais. Os fabricantes é que fazem seus próprios testes e enviam os resultados para a EPA, que revê os dados e confirma somente cerca de 10% a 15% destes valores com seus próprios testes no Laboratório de Emissões de Combustível e Veículos Nacionais.

Cada novo modelo é testado em um instrumento chamado dinamômetro, que é uma espécie de esteira ergométrica para carros. Embora o motor e a transmissão façam as rodas girarem, o veículo nunca sai do lugar, o que se move são os cilindros sobre os quais as rodas são apoiadas. Um motorista profissional dirige o veículo por dois programas de condução padrão.

O programa "cidade" é projetado para imitar a situação da hora do rush, no qual o veículo é ligado com o motor frio e conduzido em condições de congestionamento, com alta freqüência de uso do ponto morto. Dirige-se o carro ou caminhão por 17,7 quilômetros e são feitas 23 paradas durante o tempo de 31 minutos, com velocidade média de 32 km/h e máxima de 90 km/h.

Já o programa "estrada" foi criado para simular a condução em estradas rurais e interestaduais com o motor já aquecido e sem fazer paradas (ambas condições que permitem o máximo de economia). Dirige-se o veículo durante 12,5 minutos por 16 km, com velocidade média de 77 km/h e máxima de 96 km/h. Os dois testes são realizados com o ar condicionado e outros acessórios desligados.

Durante o teste, uma mangueira é ligada ao escapamento do veículo e capta toda fumaça exalada por ele. E a quantidade de carbono presente nessa fumaça é medida para que se calcule a quantidade de combustível usado. A EPA alega que essa forma é mais precisa do que usar um medidor de combustível para medir fisicamente a quantidade de gasolina utilizada, mas ainda assim, os valores do teste final são ajustados para baixo, com uma taxa de 10% para condução na cidade e 22% para estrada, como uma maneira de compensar pelas diferenças entre o que acontece no laboratório e na vida real.

A EPA e os híbridos

A distância existente entre o consumo real e o oficial pode ser ainda maior para quem tem veículos híbridos elétrico/gasolina. A maioria dos especialistas acha que os índices da EPA para híbridos tende a ser superestimada em cerca de pelo menos 20% e pode até ser maior se um motorista dirige mais na estrada, local em que os híbridos costumam ser menos eficientes (durante a condução na cidade, o motor elétrico faz uma parte maior do esforço).

Ironicamente, os resultados de testes de operação sendo conduzidos pela EPA em alguns carros híbridos de sua própria frota vêm contradizendo bastante seus próprios índices de consumo. O melhor que a frota da EPA conseguiu atingir foi uma média acumulativa de 16 km/l com o Honda Civic 2004, 19,5 km/l com o Honda Insight e 19 km/l com o Toyota Prius. Embora esse seja um consumo muito bom, ainda está muito abaixo dos índices da própria EPA, nos quais cada um dos carros mencionados acima chega a atingir 21,5, 28 e 25,5 km/l respectivamente.

E por que essas discrepâncias são maiores nos híbridos? Especialistas dizem que isso ocorre porque basear a medição do consumo na quantidade de fumaça expelida pelo motor automaticamente favorece os híbridos elétrico/gasolina. Como uma parte da energia de um híbrido vem de um motor elétrico que automaticamente não produz emissão nenhuma, estes valores tendem a ser maiores do que os cálculos de quilômetros percorridos/litros consumidos indicariam.

Discrepâncias além do laboratório

Além dos métodos usados para determinar os índices da EPA, há outros fatores físicos e pessoais que contribuem para as diferenças entre esse índice e o consumo real que obtemos no nosso dia-a-dia. Para começo de conversa, carros e caminhões usados nas avaliações da EPA são amaciados e estão na ápice do desempenho mecânico.

Além disso, os carros e caminhões que passam por estes testes "rodam" sem carga ou passageiros. E da mesma forma, eles são testados com o ar condicionado e outros acessórios elétricos desligados.

Mas embora as estimativas da EPA não sejam completamente precisas no que se refere ao consumo que você vai ter durante suas viagens diárias, não deixam de ser uma fonte válida de comparação quando estiver comprando um novo veículo.

Você está pensando em comprar um utilitário esportivo? Ou quem sabe está procurando um daqueles novos e econômicos híbridos? Usar diesel realmente vai lhe ajudar a economizar um dinheirinho na hora de abastecer? Na próxima seção, vamos dar uma olhada nos três tipos de veículos e ajudá-lo a decidir se um deles é o certo para você.

Avaliando a eficiência do consumo de alguns tipos de carros


Tendo o consumo em mente na hora de comprar

No geral, são encorajados os compradores de utilitários esportivos a pensar com a cabeça e não com o coração. É óbvio que eles são sofisticados, e sua altura e tamanho robusto dão uma sensação maior de segurança. Mas essa altura toda faz com que você tenha de fazer um esforço maior para entrar e sair e os veículos com centro de gravidade alto têm maior tendência a capotar. E mais, as minivans oferecem mais espaço interior de uso do que qualquer utilitário esportivo grande e muitas station wagons têm quase o mesmo espaço para carga que um utilitário de médio porte. E a opção de tração nas quatro rodas não está disponível somente nos utilitários esportivos.

Mas, se ainda assim você não quer largar esse tipo de carro, aí vai o nosso conselho: caso você transporte um trailer de mais de 2.200 quilogramas regularmente, vai precisar da carroceria mais robusta e do motor V8 tão peculiares ao utilitário de grande porte. E se você viaja constantemente em condições de estrada muito difíceis, a carroceria robusta também pode ser boa para você.

Mas para todas as outras coisas que os americanos costumam usar com esses tipos de veículos, os de pequeno porte são a escolha mais sensata e econômica. Eles rodam melhor e são mais fáceis de controlar, oferecem vários tipos de powertrains de 4 cilindros e V6, e a maioria das versões com tração nas quatro rodas também tem um desempenho muito bom fora do asfalto.

Escolha um utilitário esportivo econômico da mesma maneira que escolheria um carro comum (mas é claro que não dá para esperar o mesmo nível de economia): pense bem nas possibilidades de motores e transmissões e pegue leve nos opcionais que aumentam o peso.

Se seu objetivo é a economia, esqueça a tração nas quatro rodas

Apesar da tração nas quatro rodas ter suas vantagens, o consumo não costuma ser uma delas. Tanto as estimativas da EPA como os resultados dos testes do Consumer Guide ilustram bem a diferença. Os componentes extras aumentam demais o peso, o que faz com que mesmo o uso discreto da tração nas quatro rodas penalize você todos os dias, quer esteja usando essa opção ou não. Nem todo veículo com essa opção pode ser chamado de "bebedor", mas a menos que estatísticas mostrem o contrário, leve em consideração o fato de que vai gastar muito mais pela capacidade ocasional de usar a tração nas quatro rodas.

Se você não precisa da versatilidade da tração nas quatro rodas real, os modelos AWD são uma ótima alternativa. Esse sistema é mais leve do que a tração nas quatro rodas real e é mais útil no asfalto, já que, ao contrário dos modelos com tração nas quatro rodas, não requer que o motorista faça nada específico para que as quatro rodas entrem em ação. Além disso, alguns sistemas também oferecem câmbio de menor espectro e outras funções para quando não estiver no asfalto.

Veículos híbridos e a diesel

Os híbridos elétrico/gasolina combinam os benefícios dos motores a gasolina e elétricos e podem ser configurados para atingir objetivos diferentes, como maior economia, aumento na potência ou energia auxiliar adicional para dispositivos eletrônicos e opcionais que precisem de eletricidade. Nenhum dos carros e caminhões híbridos à venda nos EUA precisa ser carregado na eletricidade, já que, em vez disso, usam uma combinação da energia do motor a gasolina e sistemas que captam novamente a energia das rodas em movimento, que seria perdida, para recarregar as baterias do motor.

Os híbridos ganharam uma atenção desproporcional às suas vendas. Embora quase 90 mil híbridos tenham sido vendidos nos EUA em 2004, esse valor representa apenas 0,1% do total do mercado de veículos. Os principais analistas da indústria de automóveis dizem que os híbridos chegarão aos 3% do mercado somente em 2010.   

Os híbridos elétrico/gasolina costumam economizar mais na cidade do que na estrada, mas a maior surpresa foi a diferença entre as estimativas de consumo maravilhosas da EPA e os números obtidos na prática.

Diferença essa que foi demonstrada pelo Consumer Guide após uma avaliação de seis meses de um Honda Civic Hybrid modelo 2004 com transmissão automática. A EPA indicou que esse veículo consumia 20,4 km/l na cidade e 20 km/l na estrada, enquanto os editores do Consumer Guide dirigiram o veículo por 19 mil quilômetros e registraram uma média de 16,2 km/l, um valor que pode ser atingido por carros pequenos a gasolina e alguns carros a diesel.

Mas a verdade é que somente os híbridos combinam consumos tão pequenos com baixos índices de emissão.

Os híbridos e os utilitários esportivos costumam custar mais do que veículos a gasolina semelhantes. Porém, cada vez mais os fabricantes os anunciam não somente como meros economizadores de combustível, mas também como veículos de powertrain superior, que usam a força adicional do motor elétrico acoplada ao motor a gasolina para criar veículos que são mais rápidos e econômicos do que os modelos que rodam só com um combustível.

Os motoristas que se "queimaram" com a última onda de carros a diesel ocorrida no final da década de 1970 e início da década de 1980 provavelmente não comprariam um. Todo mundo ouviu falar dos problemas terríveis enfrentados pelo V8 a diesel da GM, mais especificamente, e da incapacidade da maioria dos carros menores a diesel também.

Foram poucos os carros a diesel que permaneceram disponíveis durante a década de 1980, mas a Mercedes-Benz e a Volkswagen estão liderando uma ressurreição desses motores, agora com versões superiores às antigas, tanto no que diz respeito ao ruído como no que diz respeito ao desempenho. E no quesito economia, é difícil bater o diesel, que chega a fazer até 25% a mais de quilômetros por litro do que um motor a gasolina do mesmo tamanho.

Comprar um carro novo pode nos confundir bastante. Por isso, na próxima seção, vamos lhe ajudar olhando algumas das coisas que você deve ter em mente na hora de comprar um carro de consumo eficiente.
 

Comprando um carro com consumo eficiente

Comprar um carro que economize combustível não significa comprar um carro que você não queira. Significa apenas procurar o veículo que lhe dá todas as características que você deseja e a melhor economia de combustível possível. Você vai economizar na gasolina e fazer sua parte para avisar os fabricantes de que é hora de fazer os veículos mais econômicos.

Bom, sua primeira decisão é quanto ao tipo de veículo que deseja usar. As escolhas variam de compactos que bebem pouco a utilitários esportivos que bebem uma quantidade considerável de gasolina e, entre esses dois, há uma gigantesca quantidade de carros, caminhões e modelos com características dos dois. Esta decisão fundamental deve se basear em vários fatores: quanto você pode ou está disposto a gastar em um veículo, de qual tamanho ou tipo de veículo você está precisando e, como não poderia deixar de ser, o componente emocional.

Para falar a verdade, as oportunidades de maior economia são daqueles que têm a liberdade econômica de escolher entre o maior número de tipos. Pois, se você está limitado por um orçamento apertado, pode ser forçado a adquirir um carro menor e menos caro, o que significa um veículo relativamente leve com poucos opcionais que façam-no usar mais gasolina e, provavelmente, um motor pequeno e eficiente. Caso esteja em uma posição na qual pode escolher entre vários tamanhos e tipos de veículos, lembre-se de que há escolhas com consumo eficiente até entre os maiores "bebedores" como os carros esportivos, sedans especiais e utilitários esportivos.

Outro detalhe que não podemos esquecer é que as emoções são parte integrante do mundo dos automóveis. O que o veículo escolhido diz sobre você, o que você acha que ele diz sobre você e como ele faz você se sentir são mais importantes para nós do que gostaríamos de admitir. Mas economizar combustível é algo controlado por suas emoções também, falam muito sobre quem você é.


Economia de combustível da Consumer Guide

Aqui estão amostras representativas de alguns dos modelos com consumo mais eficiente em 2005 conforme os testes realizados pelos editores automotivos do Consumer Guide. Para dar uma olhada nos números de consumo atualizados das centenas de carros novos e usados que testamos, acesse ConsumerGuide.com (em inglês).

Observações: AWD é usado para os carros com tração AWD (já mencionado anteriormente), 4WD é usado para carros com tração nas quatro rodas, 2WD é usado para carros com tração em duas rodas e TDI é usado para motores turbo a diesel.

  • Honda Insight: um híbrido elétrico/gasolina de 2 lugares. Um Insight de transmissão manual testado dentro e nas redondezas de Chicago fez uma média de 24,3 km/l. As corridas de desempenho e estradas de alta velocidade fizeram um modelo testado na Califórnia ficar nos 20,7 km/l. Já um Insight com transmissão automática fez uma média de 20,4 km/l.

  • Toyota Prius (híbrido de 5 lugares): os carros testados fizeram médias de 18,1 a 19,2 km/l com condução normal, enquanto outros fizeram apenas 15,6 km/l quando foram incluídas corridas de desempenho que utilizam bastante combustível.

  • Volkswagen Golf TDI: com transmissão manual, o Golf TDI atingiu a média de 17,6 km/l.

Carros de médio porte

  • Honda Accord/Accord Híbrido: o modelo híbrido atingiu a média de 12,6 km/l, testados em um percurso de 3.590 km. Em testes com veículos cupê de 4 cilindros, os modelos com transmissão manual fizeram uma média de 9,6 a 13 km/l, enquanto as versões de transmissão automática atingiram 10,7 km/l. Já os sedans de 4 cilindros obtiveram uma média de 9,52 a 11 km/l. As médias dos sedans de transmissão automática foram de 9,5 km/l em uma combinação de cidade e estrada, com 11 km/l sendo obtidos quando a condução era feita em sua maior parte na estrada.

  • Volkswagen Passat TDI (diesel): atingiram médias de 12,2 a 15 km/l.

Carros compactos de luxo

  • Acura TSX: modelos de transmissão manual conseguiram médias de 9,6 a 12,8 km/l, enquanto as versões automáticas chegaram a médias de 11,1 a 11,2 km/l. Para esse veículo, é necessário o uso de gasolina "premium".

  • Audi A4: testes com a versão 2.0 T Avants de transmissão manual alcançaram médias de 8,6 a 9,5 km/l. Já os modelos V6 Cabriolets com transmissão CVT tiveram médias de 8,4 a 8,8 km/l. Os S4 Cabriolet com transmissão manual chegaram a 5,9 km/l, os S4 sedans de transmissão manual foram de 6,8 a 7,8 km/l. A Audi recomenda o uso de gasolina "premium" para todos os A4.

  • Linha BMW 3 sedan: o 330i de transmissão manual chegou a 9,4 km/l quando conduzido em uma combinação de estrada e cidade. A BMW recomenda combustível premium para ambos os motores.

Carros de médio porte de luxo

  • Mercedes-Benz E-320 CDI (diesel): os E320 CDI obtiveram média de 14,3 km/l quando conduzidos principalmente na estrada e valores de 11,4 a 12,4 quando conduzidos na cidade.
Minivans
  • Chrysler Town & Country/Dodge Caravan: os Town & Country com motor 3.8 V6 atingiram a média de 7,8 km/l, com o mesmo valor sendo esperado para o Grand Caravan de mesmas características. O 3.3 totalmente carregado deve ter médias de 6,3 a 7,2 km/l. O modelo de 4 cilindros de tamanho normal fez uma média de 8,41 km/l em uma combinação cidade/estrada.

  • Mazda MPV: média de 9,3 km/l. Esse é um valor melhor que o padrão das minivans, mas grande parte de nosso teste foi feito na estrada.

  • Toyota Sienna: o modelo com tração AWD teve uma média de 7,6 km/l durante 31.830 km, em um teste que contou com bastante condução em estradas (a Toyota recomenda combustível premium).

Veículos utilitários esportivos compactos

  • Ford Escape/Escape Híbrido: o Escape 2WD de 4 cilindros conseguiu a média de 8,7 km/l. Já os Escapes e Tributes AWD V6 obtiveram médias de 7,4 a 8,1 km/l em uma combinação estrada/cidade. A média do Escape AWD Híbrido chegou a 12 km/l em condução na estrada e cidade, chegando a 9,9 km/l quando conduzido na cidade, com testes de desempenho que queimam bastante combustível.

  • Honda Element: média de 9 km/l nos modelos AWD com transmissão automática. O 2WD com transmissão manual acusou um consumo de 9 km/l, valor atingido com testes de desempenho que queimam bastante combustível. Modelos AWD com transmissão manual chegaram a 8,1 quando conduzidos principalmente na cidade.

  • Mitsubishi Outlander: utilizando condução combinada cidade/estrada e transmissão automática, o Outlander 2WD teve média de 9,5 km/l. Já para o AWD, esse valor foi de 9,4 km/l.

  • Subaru Forester: os modelos com transmissão automática chegaram a médias de 8,2 a 10,2 km/l. No caso de transmissão manual, esperamos um valor um pouco maior. O modelo XT com transmissão automática consumiu uma média de 7,8 km/l quando utilizado principalmente na estrada. O XT requer combustível premium, enquanto os outros utilizam combustível comum.

Veículos utilitários esportivos de médio porte

  • Toyota Highlander 4 cilindros e Híbrido: o Híbrido, testado em uma combinação de direção na estrada e cidade, chegou a uma média de 11,1 km/l. Já o AWD de 4 cilindros atingiu o valor médio de 8,3 km/l, também em uma combinação estrada/cidade. A Toyota recomenda combustível comum para os modelos de 4 cilindros e premium para o Híbrido.

  • Ford Freestyle: a média do modelo AWD foi de 8,3 km/l conduzido igualmente na cidade e na estrada e 7,9 km/l quando incluímos os testes de desempenho.

  • Nissan Murano: a média dos Muranos 2WD foi de 8,3 a 8,5 km/l em uma combinação cidade/estrada (um valor muito bom para um utilitário esportivo de médio porte com motor V6). Modelos AWD chegaram a 6,9 quando conduzidos principalmente na cidade. A Nissan recomenda o combustível 91-octano.

Veículos utilitários esportivos de grande porte

  • Chevrolet Tahoe: o Tahoe de motor V8 de 4,8 litros teve uma média de 5,1 km/l.

  • Toyota Sequoia: as versões 4WD chegaram a médias de 5,8 a 6,6 km/l.

Utilitários esportivos de luxo e médio porte

  • Lexus RX 330 e 400h (O 400h é um híbrido): nos nossos testes, o 330 2WD teve média de 6 km/l e o RX 400h chegou a 9,6 km/l, ambos sendo conduzidos principalmente na cidade e tendo passado pelos testes de desempenho. Quando na estrada, o AWD atingiu os 8,75 km/l. Todos esses modelos requerem combustível premium.

Picapes compactas

  • Chevrolet Colorado: o modelo 2WD com cabine estendida e motor de 5 cilindros teve média de 7,9 km/l. Já o modelo de cabine estendida, motor de 5 cilindros e 4WD obteve média de 7,6 km/l. Os dois modelos foram conduzidos principalmente na estrada. O 2WD com motor de 4 cilindros, cabine regular e transmissão manual também chegou ao valor de 7,6 km/l, em média, rodando principalmente na cidade.

  • Honda Ridgeline: média de 6,8 km/l a 7,7 km/l em uma combinação cidade/estrada.

Opcionais como tração AWD, transmissão automática e mesmo vidros elétricos podem reduzir sua eficiência de consumo. Na última seção, vamos dar uma olhada nos diferentes opcionais e no impacto negativo que eles trazem ao seu consumo.

Escolhendo os opcionais para um carro de consumo eficiente

Quando se está procurando por um carro ou caminhão de consumo eficiente, o bom senso nos diz que o menor motor disponível tem o menor consumo. Mas, na prática esse nem sempre é o caso, pois um motor que não esteja em perfeito estado e tem dificuldades para produzir a potência e o torque necessários para suas atividades pode lhe fazer ir ao posto mais do que gostaria. Isso sem mencionar o fato de que a vida útil de um motor que trabalhe em excesso não costuma ser muito longa. Por isso, embora um motor de 4 cilindros normalmente seja mais econômico do que um V-6 seria no mesmo carro (assim como o V-6 bate o V-8 no quesito economia), o motor menor nem sempre é a escolha mais inteligente para você.

O necessário é que você analise e encontre a melhor combinação entre tamanho/peso e a potência do motor. Os pequenos demais, normalmente submetidos a grandes esforço, nunca realizam seu potencial econômico. Os grandes demais, por outro lado, "bebem" mais do que o necessário. Na hora de escolher entre um motor padrão e um opcional, veja as classificações da EPA e os testes realizados com condução real. Mas o segredo é olhar não apenas os números de consumo, mas também os comentários sobre a suficiência ou falta de potência utilizável.

Turbocompressores e supercompressores

À primeira vista, um turbo soa como a escolha de maior eficiência tanto no quesito desempenho como no quesito economia. Afinal de contas, ao invés de gastar potência do motor, usa os gases expelidos para girar a turbina de alta velocidade. E, melhor ainda, ele entra em ação somente quando necessário, sempre que você pisa fundo no acelerador para ter uma rápida explosão de potência extra. O problema é que esse impulso extra utiliza uma quantidade alta de combustível a mais, pois uma carga grande da mistura ar/combustível é mandada para o motor. Pode ser que ele nem afete tanto o consumo se for usado raramente, no entanto, a pergunta é: quantas pessoas você conhece que compraram um carro turbo e conseguiram pegar leve no acelerador? Já os supercompressores, comandados diretamente pelo motor, agem como uma resistência constante e aumentam muito o consumo.

Escolha uma relação de eixo econômica

Muitos compradores nem percebem que há uma escolha. É verdade que na maioria das vezes não há, mas muitas picapes e alguns carros mais orientados a ter um bom desempenho são vendidos com uma variedade de relações. A regra geral é: quanto menor o número, maior o potencial de economia. Isso acontece porque permite que o motor rode mais devagar para cada velocidade específica. Um eixo "econômico" tem uma relação abaixo de 3:1, enquanto os eixos de "desempenho", que possuem aceleração mais rápida
e são mais adequados para transportar trailers, podem chegar em valores superiores a 4:1. A sua escolha perfeita vai depender do tipo de uso que você terá para o carro.

Troque você mesmo

Uma olhada rápida nas comparações da EPA entre carros com versões de câmbio manual e automático já deixa claro que as transmissões manuais são a única escolha se você realmente quer economizar combustível. As estimativas de consumo de carros automáticos na cidade normalmente ficam bem atrás do valor das versões com câmbio manual. Em alguns casos, a diferença é semelhante na estrada, mas há automáticos que chegam a ganhar de seus rivais manuais quando estão em alta velocidade. Compare os valores antes de decidir, mas lembre-se de que o consumo baixo com câmbio manual só acontece quando o motorista sabe usar as marchas corretamente.

Tração AWD

Há muitos carros e minivans vendidos com tração AWD. Os sistemas AWD de carros e minivans são desenvolvidos como uma tração auxiliar para ser usada em qualquer clima, mas não foram projetados para o off-road. Por isso, esse sistema não possui os componentes pesados e prontos para o trabalho duro presentes na maioria dos componentes de tração nas quatro rodas (4WD) e nos sistemas AWD de caminhões e utilitários esportivos.

Os carros e minivans com AWD costumam gastar mais combustível do que suas versões comuns. A explicação para isso não tem muito a ver com a resistência adicional que ele traz para o powertrain, mas sim com 45 a 90 quilos que adiciona ao peso do veículo (mas é importante ressaltar que essa diferença de consumo não é tão grande e, embora o AWD aumente o preço do veículo, pode ser recomendado nos casos em que o motorista sempre dirige em estradas molhadas ou com neve).


Para algumas pessoas, conforto significa ter bancos de couro aquecidos no inverno. Para outras, é saber que estão rodando o máximo de centímetros possíveis a cada litro de gasolina que consomem.

Quase todo opcional de luxo aumenta o peso e diminui a potência, ambos inimigos da economia de combustível e do desempenho. Ou você vai diminuir a eficiência do seu motor ou abrigar um motor maior e menos eficiente, projetado para minimizar o esforço extra trazido pelas conveniências a seguir.


Ar condicionado: nos EUA, o ar condicionado é o padrão (exceto em uns poucos carros e caminhonetes compactos de baixo custo). E é verdade que ele é necessário em vários lugares do mundo, além do fato de que dirigir com os vidros fechados pode reduzir a fadiga do motorista durante viagens longas ou no barulhento trânsito da cidade. Mas, ainda assim, o ar condicionado aumenta algumas dezenas de quilos no peso do carro e suga energia mesmo se você nunca ligar o botão. Na cidade, por exemplo, ele aumenta o consumo em até 1 e 1,5 km/l quando é utilizado. Será que você consegue aprender a viver sem ele?

Tetos solares: assim como uma janela aberta, abrir um teto solar aumenta a resistência à capacidade que o carro tem de cortar o ar. Além disso, o vidro ou painel de metal, o motor elétrico e os trilhos e reforços sobre os quais ele desliza aumentam bastante o peso do seu veículo.

Piloto automático: o piloto automático pode diminuir o consumo se for usado adequadamente em retas longas e planas. Mas, por outro lado, se for usado de qualquer jeito, acaba aumentando os litros que você vai gastar. Caso você dirija bastante na estrada, pode fazer valer o preço tanto no quesito economia quanto no quesito conveniência.

Bagageiro de teto: será que vale mesmo a pena andar por aí com um "pegador de vento" o ano todo, só para poder usá-lo nas férias? Se a sua resposta for sim, ao menos tente evitar colocar muitas coisas grandes lá. Pode ser que uma perua ou sedan mais antigo não seja tão afetado como um veículo moderno no que diz respeito ao consumo.

Cores: cores claras refletem a luz do sol e ajudam a manter o interior do veículo mais frio, ocorrendo o oposto com as cores escuras. O que nos leva a concluir que a escolha da cor vai afetar a necessidade de se usar o ar condicionado ou o aquecedor.

Assentos, vidros e travas elétricas: práticos? Sim. Econômicos? Não. Cada acessório suga energia ou adiciona peso, o que aumenta o consumo.

Antes de comprar um carro com consumo eficiente, reflita sobre quais desses opcionais são realmente necessários para você, contrapondo cada um deles à economia de combustível que terá de ser sacrificada.

Bem... Acredito ter lhe ajudado, com estas informações.

Por favor e gentileza, não deixe de nos agradecer com seu voto.
Um grande abraço.

Palavras-chave: Carro | Economico | Consumo | Comprar | Combustivel
140 de 155 qualificaram esse guia como útil.
O autor assume total responsabilidade pela publicação desse guia. Você acha que este guia é contrário às políticas do MercadoLivre? Informe aqui.
Nesta seção serão encontradas informações publicadas por Usuários, sob sua própria responsabilidade. O MercadoLivre não exerce controle do conteúdo das Guias e não responderá por informações imprecisas, errôneas ou difamatórias, tampouco pelo uso que se faça delas. O ingresso às Guias é uma decisão voluntárias do internauta, que aceita a possibilidade de encontrar material que possa afetar sua suscetibilidade .
Guias Relacionados
O Que É Carro Np ?
Seu Carro Quebrou??? E Agora??...
#### Guia Pratico Para Cuidar ...
Dicas Para Seu Carro
Guia De Compras De Amplificado...

Veja Mais...


Voltar ao topo