r 89% dos casos avaliados.
?Grande parte das vulnerabilidades não são detectadas por ferramentas como scanners e analisadores de códigos e, quando analisadas, não têm a devida eficácia?, afirma RicardoKiyoshi, diretor da Batori. ?Falhas desta natureza somente são identificadas e reparadas por profissionais experientes. Então os hackers se aproveitam dessas vulnerabilidades, que geram brechas, para invadir os sistemas?, diz.
Confira a lista:
1º - XSS Cros site scripting - 13% das ocorrências. Técnica de ataque que permite executar scripts maliciosos no navegador do usuário da aplicação vulnerável.
2º - Manipulação de dados ocultos - 13% das ocorrências. A aplicação vulnerável permite acesso indevido quando dados ocultos são manipulados indevidamente.
3º - Falha ao restringir acesso a URL ou funcionalidade - 11% das ocorrências. A aplicação não restringe adequadamente suas áreas restritas.
4º - Tratamento indevido de erro, revelação de informações sensíveis - 9% das ocorrências. A aplicação revela informações sensíveis através de uso não esperado.
5º - Armazenamento inseguro de criptografia - 9% das ocorrências. Dados sensíveis que precisam ser armazenados de forma criptografada estão em texto livre ou com criptografia inadequada.
6º - Comunicação insegura - 8% das ocorrências. A aplicação trafega dados sensíveis através de canis não-seguros.
7º - Falha da especificação de requisitos - 8% das ocorrências. Os controles de segurança que deveriam existir não existem devido a falha na especificação.
8º - Injeção de comandos - 8% das ocorrências. Técnica de ataque que explora injeção de comandos através de aplicação para ser processado por outros sistemas ou camadas. Por exemplo: SQL Injection, SMTP Injection, HTML Injection etc.
9º - Processo inadequado de cadastro de usuários - 5% das ocorrências. O cadastro de usuário deve seguir algumas recomendações de segurança, que se não forem seguidas, podem expor a aplicação a diversos incidentes.
10º Quebra de autenticação e gerenciamento de sessão - 5% das ocorrências. Aplicações vulneráveis permitem burlar o processo de autenticação através de gestão fraca de sessão ou procedimentos inseguros. Outros ataques respondem por 11% das ocorrências - vide gráfico neste endereço
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