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Atualizado em 07/08/2008





Uma das coisas mais interessantes das filmadoras de DV é que você pode compartilhar o seu trabalho de diversas maneiras. Há cinco anos, a maioria dos vídeos de férias eram imediatamente jogados dentro do armário, para nunca mais saírem de lá, ou talvez assistidos somente tarde da noite ou em encontros familiares.



Atualmente, você pode mostrar aos seus amigos clips em MPEG-1 do seu computador, enviar uma cópia em VHS aos seus pais e criar um site na web com imagens congeladas e vídeo com fluxo de dados para compartilhar com o mundo todo. As novas oportunidades de expressão criativa são simplesmente inigualáveis, e não precisa ser rico ou um gênio criativo ou tecnológico para aproveitar delas. Basta um pouco de tempo e a vontade de preservar e compartilhar as suas experiências.

Mesmo após a revolução dos computadores e da Internet, o simples videocassete continua sendo o aparelho de reprodução de vídeo mais usado no planeta, portanto a maioria de cinematógrafos de DV se preocupam em preparar fitas de VHS de alta qualidade para os seus amigos, familiares ou para uso comercial. Felizmente, essa é uma das operações mais fáceis que se pode fazer com uma filmadora de DV.

Após terminar de editar o vídeo, você passa o vídeo pronto de volta para a filmadora de DV usando as técnicas descritas na Arte de Edição. Depois de colocá-lo na filmadora, você conecta a filmadora de DV no videocassete com os cabos fornecidos com a filmadora. A maioria das filmadoras de DV tem duas saídas, uma de S-VHS para vídeo (um plugue redondo com quatro conectores e um guia) e outro conector único do tipo RCA com vídeo acoplado (o plugue amarelo) e a saída de áudio em estéreo (plugues vermelho e branco). (observação ao editor -- aqui uma foto ficaria boa). Da mesma forma, a maioria dos videocassetes tem plugues de conexão de entrada e saída com as mesmas cores, portanto se você colocar o plugue de entrada de uma cor com a mesma cor de saída, fará as conexões corretas.

Você terá resultados bastante aprimorados com os videocassetes de S-VHS com entrada de S-Video, mesmo quando estiver gravando em modo VHS, porque o sinal em S-Video apresenta muito mais detalhe, melhor qualidade e menos ruídos do que um sinal acoplado. A menos que você tenha um videocassete de S-VHS, o único conector de entrada de vídeo no seu videocassete será a única porta acoplada, geralmente amarela.

Ao copiar o vídeo, é essencial ter a TV acoplada ao videocassete com ele selecionado como entrada. A seguir, passe a filmadora para o modo VTR e comece a passar o vídeo, e o áudio e o vídeo devem estar passando no televisor. Se não estiverem, tente os seguintes procedimentos diagnósticos:

Se a filmadora tem um seletor de entrada/saída para as portas, ele tem que estar configurado para saída.

Se o videocassete aceita fontes de entrada múltipas, deve estar configurado para a entrada correta. Se o televisor aceita a entrada de fontes múltiplas, deve estar configurado para o videocassete que você está usando para fazer a gravação.

Certifique-se que os plugues estão indo para os conectores corretos, as cores devem combinar entre si e você deve estar nas portas de entrada do videocassete.

Se nada der certo, aperte bem os plugues em suas conexões.

Se o vídeo não passa através do videocassete, às vezes resolve fazer a conexão diretamente ao televisor, só para ter a certeza que os cabos estão funcionando. Lembre-se de configurar a entrada da TV às fontes de entrada externa.

Depois que o vídeo começar a passar na TV através do videocassete, basta apertar gravar no videocassete por alguns segundos antes de apertar play na filmadora de DV. O que se vê e ouve no televisor será gravado na fita. Se estiver fazendo várias cópias, obterá melhores resultados se copiar diretamente da filmadora todas as vezes, em vez de copiar a fita gravada em VHS.

Após fazer a gravação, passe a fita novamente do videocassete. Se a qualidade do vídeo gravado ficar um pouco mais baixa do que foi visto no televisor, é provável que você não tenha um videocassete de S-VHS, que oferece resultados claramente melhores com a entrada de S-VHS.

Quando você estiver gravando em um videocassete VHS, a qualidade do vídeo realmente diminui para o formato de menor qualidade. Se quiser compartilhar os seus vídeos em VHS, pense em investir uns US$ 400 em um novo videocassete de S-VHS que exibirá a qualidade de sua filmadora de DV.

O MPEG-1 é um formato de vídeo digital que rapidamente se tornou o principal formato de distribuição de vídeo em CD-ROM, pois a capacidade de reprodução encontra-se amplamente disponível, com unidades padrão em todos os novos computadores Windows e Mac, e também com unidades para Unix. Por esse mesmo motivo, o MPEG-1 é bastante conhecido e utilizado para a distribuição de clips de vídeos curtos pela Internet, mas a taxa de dados relativamente alta do formato não facilita o fluxo de dados -- é um formato unicamente para fazer o download e assistir

Com uma resolução de 320x240 pixels e codificado com 30 quadros por segundo, o MPEG-1 foi projetado para oferecer qualidade de VHS a 150 KB/segundos, permitindo que os produtores coloquem até 72 minutos de vídeo em um único CD-ROM. A maioria dos vídeos com MPEG-1 apresentam problemas raros como bloqueamento e falsos mosquitos que parecem voar ao redor do texto e das bordas com alto contraste como cabeças e ombros humanos, que desaparecem quando se aumenta as taxas de compressão para cerca de 250 KB/segundo.

Cria-se o MPEG-1 de duas maneiras básicas, em software ou em hardware. Se estiver usando o Uleads VideoStudio ou o MGIs VideoWave, você está com sorte, pois os dois produtos contam com a capacidade de produção de arquivos em MPEG-1. Além disso, codificadores distintos de software como o codificador Ligos LSX MPEG, o Xings MPEG Encoder e o Vitecs MPEG Toolbox-1, têm preços baixos e criam arquivos de MPEG-1 de alta qualidade em uma gama de resoluções e taxas de dados, apesar do tempo de codificação talvez seja demorado nos computadores menos velozes.

Se você não tiver capacidade de FireWire, talvez queira pensar em adquirir o Adaptecs VideOh! ou o Dazzle Multimedias Dazzle, dois produtos que se acomplam à porta paralela e codificam MPEG-1 em tempo real. Esses dois produtos são de tecnologia de segunda ou terceira geração, com muitos recursos e saída de alta qualidade, e também têm a capacidade de tirar fotos de imagens congeladas do fluxo de vídeo, que explicaremos com mais detalhe abaixo.

Se você quer compartilhar seus vídeos digitalmente e ainda ter capacidade de gravação de CD-R, o MPEG-1 é uma ótima alternativa, pois pode ser assistido em computadores com processadores como o Pentium 133. Entretanto, se você precisa de qualidade de vídeo aprimorada e tem como meta usar o seu vídeo em computadores mais poderosos, como o Pentium II 400 ou superiores, vale a pena pensar em usar o MPEG-2.

Como o nome sugere, o MPEG-2 é o irmão mais velho do MPEG-1, com uma resolução de 720x480 e 60 campos pos segundo, igualzinho ao televisor. Na verdade, o MPEG-2 é a televisão nos Estados Unidos, pois é o formato usado para a TV Digital, que está sendo transmitida nos E.U.A. nesse momento. Também é um formato de compressão de vídeo usado com vídeos DVD.

Codificado com um valor-alvo de 1 MB/segundo ou acima, o MPEG-2 tem qualidade de transmissão, o primeiro vídeo digital sem desculpas que já vimos. Apesar dos custos de codificação antigamente custarem centenas de milhares de dólares, entretanto, a maioria das fábricas que produzem o software de codificação para MPEG-1 atualizaram seus produtos para codificarem também o MPEG-2, apesar do preço ser um pouco mais alto.

Como falamos na parte de edição com o FireWire, 1999 trouxe uma nova categoria de codificadores de hardware de DV/MPEG-2 numa faixa de preço inferior a US$ 500. Quando esses produtos forem lançados no mercado, o público terá muitas informações e conhecimento sobre o MPEG-2.

Pense em duas coisas antes de escolher o MPEG-2 como o seu formato de distribuição digital. Primeiro, você pode contar com praticamente todos os computadores com capacidade de reprodução de vídeo em MPEG-1, o inverso é verdade para o MPEG-2, já que os computadores necessitam de harware especial de reprodução para ele, ou uma unidade de reprodução de software que necessita de um computador Pentium II 400 ou superior para passar o MPEG-2 em tempo real. Segundo, com 1 MB/segundo, você só terá mais ou menos 11 minutos de vídeo em CD-R, o que pode não ser o suficiente para a sua aplicação. Como veremos, apesar da disponibilidade do DVD-R, ainda é bastante caro, e os formatos alternativos como DVD+RW e DVD-RAM não podem ser reproduzidos em unidades padrão de DVD ou em CD-ROM players.

Presumindo que você tenha tempo, energia e dinheiro, você pode converter o vídeo de DV em um vídeo de DVD que poderá ser visto não só em computadores equipados com uma unidade de hardware e software de DVD-ROM, mas também em unidades DVD Video players de uso doméstico. Além da capacidade de codificação do MPEG-2, entretanto, você precisará de vários outros componentes.

Codificação Sonic Foundry Soft O primeiro em um codificador de áudio AC-3 para converter o seu áudio para o formato Dolby Digital necessário para DVD. Uma alternativa com preço relativamento módico é o Sonic Foundrys Dolby Digital Soft Encode, que custa US$ 500 e é bastante simples para usar.

Em seguida, você precisará de um pacote de autoria em DVD, tal como o Sonic Solutions DVDit!, que custa US$ 499 e oferece uma ampla gama de recursos em DVD, exceto recursos pouco usados como acompanhamento (track) de vídeo com ângulos múltiplos e Karaokê. Ao ver que o sistema de autoria em DVD mais barato antes do lançamento do DVDit! custa US$ 10.000, você aprenderá a gostar o impacto que o produto teve a partir do final de 1999.

A menos que você esteja criando projetos para aplicações corporativas, é pouco provável que você queira pagar o preço de um DVD-R ou DVD-RW, que ainda custam cerca de US$ 5.000 em meados de 1999. Entretanto, além da saída de DVD-R, o DVDit! também pode sair para um CD-R, o que facilita muito na criação de apresentações interessantes, apesar da alta largura de banda do MPEG-2 o limita a dez e vinte minutos de vídeo em um único CD-R.

Obviamente, uma unidade de Vídeo DV é um ótimo início para estações de DVD corporativas que custam US$ 50.000,00. Totalmente fora do alcance da maioria das pessoas devido ao seu alto preço há poucos meses, é interessante notar que o formato DVD está se tornando mais acessível até mesmo para os consumidores mais econômicos.

Obviamente, o formato mais acessível pela Internet ainda é o de imagens congeladas, e as filmadoras de DV -- especialmente as que contam com o recurso de captura com varredura progressiva -- são fontes excelentes de imagens congeladas para a implementação na web. Enquanto a câmera digital mais rápida de imagens congeladas consegue tirar uma ou duas fotos por segundo, o vídeo DV consegue obter 30 quadros por segundo, sempre tirando a foto certa no momento certo.

Claro que como com tudo o que diz respeito à vídeos, obter imagens congeladas para um site na web ou para email não é tão fácil quando parece, especialmente se a sua filmadora não oferece o recurso de captura com varredura progressiva. O maior problema é tratar do formato entrelaçado usado pela maioria das filmadoras de DV, que dividem cada quadro em dois campos, um que mostra as linhas ímpares e outro, as pares.

Esta técnica atualiza a tela do televisor 60 vezes por segundo, o que dá uma imagem mais plana do que 30 quadros distintos passando em tempo real. Entretanto, isso também significa que cada quadro consiste de dois campos filmados com uma separação de 1/60 de segundo. Quando o dispositivo de captura transforma os dois campos em um quadro, a diferença entre os dois campos pode causar um efeito de zigue-zague ou entrelaçamentos, especialmente em linhas diagonas.

Para criar imagens congeladas de alta qualidade em sua filmadora de DVD, em alguma parte do processo será necessário desembaraçar o entrelaço do vídeo, para retirar essas interrupções. Como veremos, dispositivos diferentes fazem o desembaraço de formas diferentes, com resultados diferentes na qualidade.

Outro problema diz respeito à diferença na taxa entre os dispositivos de vídeo e computadores. Resumindo, o vídeo em NTSC usa uma taxa de aspecto de 4,5:3, o que faz com que uma imagem com resolução de 720x480 seja exibida normalmente em televisores normais. Em contrapartida, os computadores utilizam uma taxa de 4:3, o que faz com que a mesma imagem tenha uma aparência normal com resolução 640x480.

Um problema muito complicado, com uma solução bastante simples - ao capturar os quadros para a exibição no computador, utilize uma taxa de aspecto de 4:3 como 640x480 ou 320x240, ou ajuste a imagem capturada para a taxa de aspecto de 4:3 no editor de imagens. Não corte uma seção com a taxa de aspecto de 4:3 -- a imagem ainda será exibida alongada. Em vez disso, ajuste toda a resolução para 4:3.

Ainda pensando nisso, vamos ver o universo de dispositivos de captura de imagens congeladas.

A maioria das placas FireWire conseguem capturar imagens congeladas assim como vídeo, e algumas delas proporcionam um recurso básico de desenlace, e até mesmo a captura de pixel quadrado. Quando estiver capturando um quadro fixo, use o controle remoto da filmadora para passar o vídeo, já que a maioria dos controles remotos oferecem avanço quadro por quadro, enquanto os controles da filmadora permitem só tocar, voltar, avançar e pausar.

Após a captura, examine o quadro fixo, procurando encontrar interferências de entrelaçamento. Se estiverem aparentes, veja com o editor de vídeo se ele oferece um recurso de desenlace. Apesar de caro, o Adobes PhotoShop é excelente para retirar enlaces de suas fotos, sendo uma ferramenta indispensável para todos os profissionais de imagens congeladas.

Play Inc. Snappy Provavelmente a captura de imagem congelada mais conhecida para uma filmadora camcorder é o Snappy, da Play Inc. Apesar de ser extremamente fácil de usar, o Snappy está ficando meio antiquado, e aceita somente vídeos compostos em vez de entrada de S-Video de qualidade mais alta. Também funciona com baterias, em vez das unidades mais novas que são alimentadas pelo conector do teclado. Com isso, se o seu único objetivo é fazer a captura de imagens congeladas, o Snappy é a melhor escolha. Por uns duzentos dólares a mais, você pode adquirir o Adaptecs VideOh!, ou o Dazzle Multimedias Dazzle, os codificadores de MPEG-1 descritos anteriormente. Os dois produtos oferecem recursos de captura de imagens congeladas, apesar de sua capacidade de desenlaçar ser menos sofisticada do que a do Snappy. Você também pode usar o Adobe PhotoShop para retirar as interferências.

Ulead PhotoImpact 5

O problema final, claro, é encolher a imagem para enviar o email ou colocar numa página de web. Aqui, a regra é simples - use JPEG, não GIF. GIF joga fora as informações sobre cores e é melhor para imagens de 8 bits geradas por computadores, tais como botões, textos e desenhos. JPEG foi criada para fotografias reais de 24 bits, e é o método recomendado para tirar fotos geradas por vídeo.

A maioria dos editores de imagem oferece conversões para GIF e JPEG. Uma ferramenta bastante funcional para esse tipo de operação é o Uleads PhotoImpact, que tem uma excelente interface para comparar as imagens antes e após o seu processamento, e a sua capacidade de codificação comprimida

Entretanto, observe que esses formatos ópticos de disco funcionam melhor para arquivos de vídeo codificados nos formatos MPEG-1 e MPEG-2, em comparação com armazenar a gravação original em DV ou sua versão editada. Isso é porque com uma largura de banda de 3,6 MB/segundo, o vídeo de DV ocupa cerca de 216 MB/minuto, ou apenas 3 minutos em um CD-R de 650 MB e 24 minutos em um DVD RAM duplo de 5,2 GB.

Em vez disso, o mecanismo mais eficiente para armazenar Vídeo em DV sempre será em cartuchos de DV (para filmadoras de DV) ou fitas de Hi-8 para Video-8. Por exemplo, um único cartucho de DV em modo LP consegue armazenar 90 minutos de vídeo, um colossal 19,44 GB de dados, o que necessitaria de 29 CD-Rs ou quase 4 discos de DVD-RAM. Com o custo das fitas de DV a cerca de US$ 25, que continuam a dimininuir à medida em que o seu fornecimento se torna mais abundante, o DV é mais barato e rápido do que CD-R ou DVD-RAM.

Após codificado para um formato com base em MPEG, entretanto, os formatos baseados em disco se tornam muito mais acessíveis. Por exemplo, um único CD-R tem a capacidade de armazenar cerca de 72 minutos de vídeo em MPEG-1 codificado aos 150 kbps padrões, enquanto um DVD-RAM pode armazenar até 77 minutos de vídeo em MPEG-2 codificado para cerca de 9 mbps, que geralmente é utilizado para projetos de DVD.

Ao armazenar vídeos em MPEG-1 em CD-Rs, há duas opções básicas. A mais simples opção é armazenar os arquivos originais em MPEG-1 que podem ser acessados com um simples clicar nos arquivos em Windows Explorer, para que o Windows traga automaticamente o seu Media Player para exibir os arquivos de vídeo.

Adaptec Easy CD Creator 4

Além disso, você também pode criar um Vídeo CD usando os módulos fornecidos em pacotes de criação de CD-R, como Adaptecs Easy CD Creator. Esses módulos de autoria de CDs permitem que você acrescente menus simples e controles interativos aos seus vídeos, o que então podem ser exibidos na maioria dos computadores com unidades de CD-ROM e em unidades individuais de Video CD Players, que se conectam diretamente aos televisores.

Um fato interessante é que Vídeo CD se tornou muito popular na China e em outros países no Oriente Médio, mas nunca se tornou muito popular nos Estados Unidos. Isso se deve às unidades de Video CD Players individuais atenderem duas funções básicas: a reprodução de CD de áudio e a exibição de filmes.

Nos Estados Unidos, onde praticamente todas as residências têm unidades de CD players para áudio e vídeo-cassetes, o Vídeo CD oferece muito pouca utilidade. Entretanto, no Oriente Médio, onde a maioria das casas não possui nenhum dos aparelhos, as unidades de Vídeo CD Players desempenham os dois papéis de forma bastante econômica, e o seu uso ainda é bastante popular.

O Vídeo CD é um formato bem preciso com requisitos rígidos de resolução e taxas de bits para arquivos codificados em MPEG-1. Se você deseja criar Vídeo CDs, familiarize-se com esses requisitos antes de começar o trabalho de criação.

Em termos de operação, os DVD Video players de DVD para uso doméstico se assemelham aos Video CD players, apesar do número de recursos do DVD ser muito maior, com opções como múltiplos ângulos de visualização e controle dos pais. Além disso, o vídeo MPEG-2 utilizado nos títulos de DVD oferece uma qualidade muito melhor do que o MPEG-1 utilizado em Video CD ou fitas de VHS, e é por isso que o DVD deve ser bem-sucedido no mercado norte-americano, onde o Video CD não vingou.

Como falamos anteriormente, na sessão sobre Outra Saída, para criar títulos de DVD, você necessitará de um programa especial de autoria de vídeos como o Sonic Solutions DVDIt!, assim como ferramentas de codificação em MPEG-2 e AC-3. Entretanto, se quiser que o filme em DVD seja passado em DVD Video players ou até mesmo em DVD-ROMs, também necessitará de um gravador de DVD-R ou de DVD-RW, pois os discos de DVD-RAM não tocam nos DVD Players de uso doméstico.

Observe que o DVDIt! tem a capacidade de saída a um título devidamente formatado de DVD para DVD-RAM, que você pode reproduzir em outros computadores equipados com DVD-RAM. Essa solução pode ser útil para o uso em empresas, pois usuários interessados em títulos de DVD de sua própria criação que possam ser reproduzidos em DVD players domésticos terão que pagar US$ 5.000 para um deck de DVD-R ou de DVD-RW, ou esperar até os preços caírem (atualmente já estão na faixa de US$ 300,00 nos EUA).

Como alternativa, se a reprodução em DVD Video players não é muito importante, basta você usar o DVD-RAM como um dispositivo de armazenagem para arquivar seus vídeos. Você só conseguirá reproduzir os vídeos em computadores equipados com DVD-RAM, mas o simples custo-benefício do DVD-RAM torna-o um formato inigualável para armazenar grandes arquivos de vídeo.

Fonte: TDK

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