A terminologia aplicada a esta condição é muito confundida. A dilatação gástrica simples pode ser definida como uma distensão simples do estômago por gás de leve a moderada, um problema comum a todas as raças, especialmente filhotes, sendo geralmente associada com uma sobrecarga alimentar. Porém admiti-se que há uma incidência acima da média, de dilatação gástrica em cães de porte grande, de tórax largo. Sendo assim, uma dilatação gástrica aguda é sem sombra de dúvidas, uma síndrome potencialmente letal, que ocorre principalmente por um grande acúmulo de gás fazendo com que haja uma torção do estômago. A análise do conteúdo estomacal de cães afetados sugere que o ar engolido é o maior contribuidor para o grande acúmulo de gás presente. Sendo assim, separamos alguns fatores que geralmente superpõem para precipitar à crise: - Aerofagia relacionada à avidez pela alimentação. - Um substrato rapidamente fermentável no estômago. - Bactérias fermentativas apropriadas presentes. - Doenças gástricas intercorrentes. Devido a esses indicadores , é possível elaborar algumas regras para prevenir recorrência, ou mesmo evitar casos primários em cães suscetíveis: - Evitar excitação desnecessária na hora da refeição. - Fornecer a quantidade de alimentação diária em duas, três ou mais refeições separadas. - Manter os períodos de exercícios tão longe da refeição quanto possível. - Dar o alimento e a água para o cão de forma que ele coma com a cabeça em posição elevada (utilizar suporte para colocar os comedouros e bebedouros).
- Não fornecer a mangueira de água para seu animal beber enquanto a utiliza. |