Cadastrar Perguntas Home Minha Conta Mapa do Site
Buscar:
Buscar Guias sobre:
Escreva um guia
Enxaqueca e outras dores de cabeça
Autor:
Ver mais Guias do autor | Ver Produtos
36 de 37 qualificaram esse guia como útil.
Atualizado em 15/01/2007

Quase ninguém escapa ao tormento da dor de cabeça. Nove de cada dez pessoas já passaram por esse sofrimento. Pode não doer sempre, pode doer pouco, mas em algum momento a cabeça dói. Dói depois de um dia exaustivo de trabalho, por causa de um perfume mais forte ou de um chope estupidamente gelado. Dói na forma de pontadas, latejos ou pressão sobre as têmporas. A dor de cabeça ? ou cefaléia, seu nome científico ? é um distúrbio de causas e características diversas. A medicina já catalogou 150 formas de cefaléia.

Dos 150 tipos de cefaléias catalogados pela medicina como doença, a mais comum é a tensional episódica ? aquela que se manifesta depois de um dia de muito stress, por exemplo. Essa versão da dor de cabeça não tem um quadro clínico tão definido quanto o da enxaqueca. Um fato contribui para que se torne persistente: o exagero no uso de analgésicos, sem a devida prescrição de especialistas. As cefaléias são o território por excelência da automedicação.

CEFALÉIA

Quase 30% dos brasileiros sofrem de dores de cabeça crônicas. As mais comuns são a enxaqueca e a cefaléia tensional. O primeiro tipo está relacionado a distúrbios químicos cerebrais. O segundo, à contração muscular. Dores de cabeça podem se tornar freqüentes por causa do abuso de remédios. Ingerir um analgésico de venda livre mais de duas vezes por semana, durante três meses, prática adotada por 60% dos consumidores, torna o organismo dependente da substância

Dor de cabeça ou enxaqueca?

É comum chamar uma dor de cabeça mais forte de enxaqueca. Mas há grande diferença entre uma e outra. A dor de cabeça, não importa a intensidade ou a causa, pode ser episódica ou sintoma de outra doença. A enxaqueca, por sua vez, é um mal crônico, que atrapalha a vida e contra o qual só funcionam remédios específicos. Faça o teste abaixo e confira se você sofre ou não de enxaqueca:

Quanto tempo costumam durar as crises?
 a) De 4 a 72 horas
 b) Até uma semana

Onde a dor se localiza?
 a) De um lado só da cabeça
 b) Dos dois lados

Como é a dor?
 a) Latejante, pulsátil
 b) Em pressão, como se uma faixa apertasse a cabeça

Qual é a intensidade da dor?
 a) De moderada a forte
 b) De fraca a moderada

Quando a dor chega você...
 a) ...tem de interromper o que está fazendo
 b) ...consegue manter suas atividades

Marque a situação mais recorrente nos momentos de dor
 a) Náuseas e vômito
 b) Náuseas ou vômito

Durante a crise...
 a) ...tenho aversão à luz e a sons
 b) ...tenho aversão ou à luz ou a sons

AVALIAÇÃO:

 Predominância das alternativas "a"
Você provavelmente sofre de enxaqueca. Seria bom procurar um médico

 Predominância das alternativas "b"
É quase certo que você apenas experimente de vez em quando uma cefaléia tensional episódica, o tipo mais comum de dor de cabeça

A sinusite crônica e a dor de cabeça

A dor de cabeça é freqüentemente sintoma de sinusite aguda, uma inflamação da mucosa dos seios faciais. Além da dor, ela se manifesta por meio de inchaço das maçãs do rosto, espirros sucessivos, entupimento do nariz, coriza, perda de olfato, lacrimejo e dor na gengiva e nos ossos do rosto. O paciente ainda pode ser acometido por febre e calafrios. A sinusite aguda surge subitamente e persiste por semanas. A doença, no entanto, pode assumir a forma crônica, em que os sintomas são menos intensos e, geralmente, não há dor de cabeça. Ou seja, a vítima de uma sinusite crônica que sofre de cefaléia pode ter dois problemas a tratar.

A maioria das pessoas, no entanto, tende a confundir as duas doenças. É comum achar que a cabeça dói por causa da sinusite crônica. Hoje em dia, há métodos bastante eficazes para distinguir uma da outra. O diagnóstico da sinusite é feito por meio de um raio X ou de uma tomografia computadorizada. As imagens dos exames mostram onde estão os focos da inflamação. Para atenuar os sintomas de ambas as formas de sinusite, é importante beber muita água, não fumar e evitar ambientes com fumaça, poeira e tapetes felpudos. Conforme o grau da doença, o tratamento é feito com analgésicos, antitérmicos, antiinflamatórios e antibióticos receitados pelo médico. Sem a orientação de um especialista, não se deve usar descongestionantes nasais nem infusões. Para quem tem os sintomas de sinusite aguda há mais de uma semana, a recomendação é procurar um especialista antes que se torne crônica. Quando isso ocorre, muitas vezes a única solução é a mesa de cirurgia. O paciente é submetido a uma operação para desobstruir os canais de ligação entre os seios da face e as vias respiratórias nasais.

O que fazer?

A dor de cabeça deve ser combatida como um incêndio ? quanto mais cedo, melhor. No entanto, um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Cefaléia revela que mais da metade das pessoas só toma remédio depois de uma hora de sofrimento. A longa exposição à dor leva ao recrudescimento da crise e à necessidade cada vez maior de ingerir analgésicos. O resultado é clássico: com o tempo, para funcionar, maiores quantidades de medicamentos são necessárias, devido à resistência que o organismo vai criando. Há até quem se vicie. Um estudo realizado por neurologistas alemães e dinamarqueses mostra que, após três meses de uso constante de analgésicos, uma pessoa pode ser considerada viciada. Uso constante, aqui, significa tomar dois ou mais comprimidos por dia, três ou mais vezes por semana. Só há um jeito de curar o vício: suspender completa e abruptamente o consumo de analgésicos. No primeiro mês de desintoxicação, alguns pacientes vivem os sintomas típicos de abstinência, como suores, tonturas, náuseas, tremores. O abuso de remédios também tem um efeito paradoxal ? as dores se tornam mais freqüentes. A explicação é que, quando se acostuma com as grandes quantidades de comprimidos, o cérebro deixa de produzir automaticamente endorfina. Esse neurotransmissor com propriedades semelhantes às da morfina funciona como uma espécie de analgésico. A falta dessa proteção natural agrava ainda mais o quadro e faz com que o mal se torne crônico.

De cada dez brasileiros, sete são acometidos mensalmente por até cinco crises da dor de cabeça mais comum. A sensação é de que há uma faixa apertando o crânio, de uma têmpora à outra. A cefaléia tensional episódica tem esse nome porque, até o início da década de 60, acreditava-se que ela era motivada por tensão muscular. Os médicos descobriram, no entanto, que o retesamento dos músculos localizados nas proximidades do local da dor não é causa, mas conseqüência de um processo desencadeado por um desequilíbrio na química cerebral. Os percalços da vida moderna, como poucas horas de sono, servem de gatilho para que a alteração metabólica ocorra e desemboque em dor.

As pessoas confundem a dor de cabeça mais corriqueira com enxaqueca. Cerca de 40% dos brasileiros tratam a primeira recorrendo a drogas sintetizadas contra a segunda ? o que não a alivia em nada. A enxaqueca conta com um forte componente genético ? 75% dos pacientes têm parentes que sofrem do mesmo mal. Seus sintomas são bem claros. Além da dor latejante, o enxaquecoso é acometido por náuseas, vômito, formigamento nas mãos, visão embaralhada, raciocínio confuso, hipersensibilidade à luz, ao barulho e a odores fortes. A doença afeta cerca de 15% da população mundial. Certos alimentos, como chocolates, frutas cítricas, café, queijos amarelos, cerveja, vinhos e salsichas, podem desencadear uma crise. As mulheres são as que mais sofrem. Culpa das alterações hormonais, especialmente no período pré-menstrual.

Na tentativa de diagnosticar a cefaléia do tipo tensional episódica, há médicos que adotam condutas inadequadas. É desnecessário pedir exames como raio X do crânio, da coluna cervical e eletroencefalograma. Esses testes são capazes de detectar problemas de que a dor de cabeça é apenas sintoma. Para a identificação da cefaléia do tipo tensional não há nada melhor do que um médico bem preparado. Os bons especialistas conseguem fazê-la sem a necessidade de nenhum exame. Chegam a uma conclusão por meio de um interrogatório minucioso do paciente. As armas disponíveis hoje para combater a dor de cabeça são muito eficazes. Os analgésicos de última geração agem mais rápido e causam menos efeitos colaterais no sistema gastrointestinal. São ótimos desde que tomados na medida certa e com orientação.

 

 20 Mitos sobre a enxaqueca :

1- Analgésicos resolvem o problema

Esse é um dos erros mais comuns --e perigosos-- em relação à enxaqueca. Freqüentemente, os pacientes se automedicam com esses remédios, tomando doses progressivamente mais altas.

O problema é que o abuso de analgésicos contribui para cronificar as dores. Além disso, nem sempre eles dão conta de acabar com uma crise de enxaqueca. Existem medicamentos específicos para o problema que, apesar de também agravarem as crises quando em excesso, são mais eficazes.

A Sociedade Brasileira de Cefaléia recomenda o uso de, no máximo, dois comprimidos por semana (dez por mês) de qualquer remédio para cortar a dor de cabeça. Menos de três meses seguidos de abuso já são suficientes para cronificar as dores.

2- Enxaqueca é sinônimo de dor de cabeça

A Sociedade Internacional de Cefaléia reconhece mais de 150 modalidades de dor de cabeça (também conhecida como cefaléia). A enxaqueca, ou migrânea, é uma delas. Nesse caso, a dor costuma ser latejante e, em 60% das pessoas, localizar-se em só um dos lados do crânio. Muitas vezes, vem acompanhada por náuseas, vômitos e sensibilidade a luz, ruídos e cheiros fortes.

Em geral, a crise dura de quatro a 72 horas, quando não tratada. Há ainda crises de enxaqueca sem dor de cabeça, quando o paciente tem apenas a aura (veja no próximo item).

3- Quem tem enxaqueca enxerga pontos brilhantes e luzes

Apenas um em cada cinco pacientes com enxaqueca apresenta a aura, fenômeno neurológico que faz com que a pessoa enxergue manchas e luzes, fique com os dedos ou os lábios dormentes ou com alterações na fala e nos movimentos, entre outros sintomas. Ela aparece minutos ou poucas horas antes das crises e costuma durar menos de uma hora.

Mesmo sem apresentar aura, algumas pessoas conseguem perceber que terão crise com uma antecedência de até 24 horas. Bocejos constantes, dificuldade ou brilhantismo de raciocínio e grande necessidade de comer doces são alguns sinais.

4- É preciso fazer exames para diagnosticar

Solicitados freqüentemente a pacientes com suspeita de enxaqueca, exames como tomografia, raio-X e ressonância magnética não detectam o problema.

Eles apenas servem para afastar a possibilidade de outras doenças, como tumores. Na maior parte das vezes, não são necessários. O diagnóstico da enxaqueca é clínico, feito no consultório a partir do histórico do paciente e de testes neurológicos.

Apenas exames mais sofisticados, como o pet scan, permitem observar os lugares no cérebro que são ativados na hora da crise de dor, mas são usados somente em pesquisas científicas.

5- É uma doença inofensiva

Apesar de ser considerada uma doença benigna, que raramente gera complicações sérias, a enxaqueca compromete muito a vida do paciente.

Além de ficarem menos produtivos e de faltarem ao trabalho e a eventos sociais na hora das crises, muitos sofredores de enxaqueca acabam perdendo oportunidades sociais e profissionais por receio de que a dor apareça.

As complicações graves da enxaqueca são raras, mas podem ocorrer. Mulheres que têm aura muito prolongada correm mais risco de ter o chamado infarto migranoso, principalmente se forem fumantes e usarem pílula anticoncepcional.

6- Quem tem enxaqueca não pode comer chocolate, queijo e vinho

Só um quarto dos portadores de enxaqueca tem crises relacionadas a alimentos. Estresse e ansiedade são gatilhos bem mais comuns. No caso de haver relação com a dieta, os culpados variam entre os pacientes e podem causar crises apenas em alguns momentos. Frituras, chocolate, queijos amarelos, embutidos, vinho tinto e cerveja são algumas das comidas e bebidas que mais influenciam.

Assim como o abuso de analgésicos, a cafeína presente em alimentos como café e refrigerantes de cola pode cronificar a enxaqueca. Estudos recomendam o limite de 250 mg de cafeína por dia (o equivalente a três xícaras de café).

Jejum prolongado, sol forte, odores pronunciados e mudanças de temperatura e de umidade do ar também são gatilhos comuns. Vilão para muitas outras doenças, o cigarro, nesse caso, não influi. Nas mulheres, é muito freqüente que as dores venham associadas ao período menstrual (antes, durante ou logo depois). Também há crises que não são desencadeadas por nenhum gatilho.

7- Comer muita fruta faz bem

Nem sempre. Certas frutas, como as cítricas (laranja, limão, abacaxi) e a banana (principalmente a banana d'água), têm substâncias que desencadeiam crises de enxaqueca em algumas pessoas.

8- Problemas de vista causam enxaqueca

Quase todo mundo que começa a ter dores de cabeça desconfia de que precisa usar óculos ou trocar a lente porque o grau aumentou. Outro grande mito, segundo os especialistas. Miopia, hipermetropia e presbiopia não são causas de dor de cabeça. Só astigmatismos muito graves em crianças causam cefaléia, e mesmo assim não é enxaqueca.

9- Sinusite causa enxaqueca

Essa confusão é muito freqüente. Na verdade, as sinusites crônicas não causam dor de cabeça. As agudas sim, mas não têm característica de enxaqueca. Como a própria enxaqueca pode causar congestão nasal, a confusão aumenta. Um estudo americano mostrou que 90% das pessoas que se autodiagnosticavam como tendo dores de cabeça decorrentes de sinusite na verdade tinham enxaqueca.

10- Problemas na ATM causa enxaqueca

As disfunções na ATM (articulação temporomandibular) podem ser causa de dor, geralmente localizada na região da própria articulação e relacionada ao uso (comer algo duro, falar muito, bocejar). Eventualmente, causa dor de cabeça, mas sem característica de enxaqueca.

11- É uma doença de adulto

Entre 4% e 8% das crianças têm enxaqueca. A doença é uma grande causa de faltas à escola, e as queixas são confundidas por muitos pais com golpes para não ir à aula. As dores podem começar por volta dos cinco anos de idade e, em aproximadamente 40% dos casos, acabam espontaneamente na puberdade.

As crises de dor nessa etapa da vida duram menos (de 30 minutos a duas horas) e podem ser aliviadas com tratamento específico. Apesar de, na fase adulta, a enxaqueca afetar três vezes mais as mulheres, na infância ela é ligeiramente mais freqüente nos meninos.

12- Tem a ver com o fígado e com o estômago

Como muita gente tem náusea e vômitos nas crises de enxaqueca, é comum que associem o problema ao estômago e ao fígado. Na verdade, esses incômodos ocorrem como parte do próprio processo químico da dor, que faz com que o estômago se dilate e fique paralisado, causando sensação de indigestão e enjôo.

Mesmo o fato de certos alimentos desencadearem episódios de enxaqueca em
algumas pessoas não tem a ver com a digestão. Na verdade, eles possuem certas substâncias (como tiramina e nitritos) que agem diretamente no cérebro de que sofre de enxaqueca.

13- Atividades físicas ajudam

Nem sempre. A prática de atividades físicas, principalmente aeróbicas, costuma diminuir a freqüência das crises. Mas há pacientes que apresentam um tipo de enxaqueca cujas dores são desencadeadas com a prática de atividades físicas. Alem disso, na hora da crise, os exercícios físicos costumam piorar brutalmente a dor.

14- Passa com a menopausa

Para muitas pacientes, a chegada da menopausa traz alívio. Mas, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaléia, apenas 30% das mulheres apresentam melhora significativa nessa fase. Isso ocorre principalmente com aquelas que têm enxaqueca perto do período menstrual.

15- Há alimentos que ajudam a melhorar a enxaqueca

Muito se fala em dietas que ajudam a melhorar a enxaqueca, mas, segundo os especialistas consultados, elas não têm fundamento científico. O magnésio (encontrado em alimentos verdes frescos e frutos do mar) e um aminoácido chamado triptofano (presente em verduras frescas e no feijão) até podem ajudar, mas, nas quantidades presentes na comida, têm importância limitada. Quando as dores são desencadeadas por certos alimentos, evitá-los ajuda a diminuir as crises.

16- Não tem tratamento

Ainda não há cura, mas hoje existem tratamentos que diminuem muito ou até acabam com as crises. Além dos medicamentos que são tomados na hora da dor, quem tem mais de três crises por mês ou sente dor muito forte, ainda que de vez em quando, pode ter de passar por tratamento preventivo com remédios.

Apesar de não serem suficientes para barrar as crises em todas as pessoas, fitoterápicos à base de "feverfew" (ou Tanacetum parthenium) --uma planta parecida com a camomila-- tiveram sua eficácia preventiva provada em pesquisas.

Pouco conhecido no Brasil, o biofeedback, método que usa um aparelho com eletrodos que são ligados a diferentes partes do corpo, também é eficiente contra a enxaqueca. Por meio de exercícios, o paciente aprende a controlar reações fisiológicas que mudam com a dor, aliviando-a.

Na crise de enxaqueca, por exemplo, a irrigação sangüínea periférica diminui, deixando os dedos das mãos e dos pés mais frios. Os pacientes aprendem a identificar esse sinal e a controlá-lo, fazendo com que o sangue, indiretamente, flua melhor no cérebro, o que traz alívio.

Uma pesquisa feita recentemente na USP (Universidade de São Paulo) comparou a eficácia do método em dois grupos de 30 pacientes de enxaqueca cada um. Enquanto um tomou remédios preventivos, o outro fez dez sessões de biofeedback. A melhora relatada pelos dois grupos foi semelhante. Em relação à intensidade da dor, quem usou o método disse que diminuiu, em média, 30%, enquanto no primeiro grupo a redução foi de 11%.

A toxina botulínica também está sendo testada como uma opção para quem não reage a outros tratamentos, mas o custo-benefício ainda é discutido.

17- Tem que tomar remédio por toda a vida

Apesar de a enxaqueca ser uma doença crônica, como a hipertensão arterial e o diabetes, a medicação preventiva costuma ser retirada após oito a 12 meses de uso se o paciente estiver bem. Se as crises voltarem, pode ser necessário tomar os remédios por mais um período.

18- Acunpuntura resolve o problema

Os estudos são controversos. Enquanto alguns mostram bons resultados, outros não provam a eficácia para essa doença. Oficialmente, o poder terapêutico da acupuntura para enxaqueca não está confirmado no meio científico, mas o que médicos e pacientes relatam é que, na prática, muitas pessoas se beneficiam do método.

Além de acabar com a dor --muitas vezes de forma imediata-- na hora das crises, a técnica é muito usada para preveni-las, seja isoladamente ou em conjunto com medicamentos. Antes de se submeter às agulhas, é importante ter um diagnóstico preciso do problema, afastando outras causas mais graves.

19- Dormir muito ajuda a melhorar

Em muitas pessoas, a privação de sono desencadeia dores de cabeça. Mas dormir mais do que se está acostumado também é um gatilho para as crises. Um caso relativamente comum é a chamada "enxaqueca de fim de semana", na qual o paciente só sente dores no sábado e no domingo --quase sempre porque dorme muito mais tempo do que o habitual. O segredo, portanto, é ter um ritmo de sono regulado.

20- Tomar remédio logo antes de comer um alimento que provoca crise resolve

Pode até aliviar a dor no momento. Mas é um procedimento de risco que não deve ser feito rotineiramente, já que induz ao abuso de medicamentos, contribuindo para a cronificação da dor. Os médicos só recomendam em ocasiões muito específicas, como antes de uma prova de vestibular ou de um casamento.

Referências: Revistas Veja e Folha de São Paulo

Palavras-chave: Cefaléia | Enxaqueca | Dor De Cabeça | Analgésicos | Vômito
36 de 37 qualificaram esse guia como útil.
O autor assume total responsabilidade pela publicação desse guia. Você acha que este guia é contrário às políticas do MercadoLivre? Informe aqui.
Nesta seção serão encontradas informações publicadas por Usuários, sob sua própria responsabilidade. O MercadoLivre não exerce controle do conteúdo das Guias e não responderá por informações imprecisas, errôneas ou difamatórias, tampouco pelo uso que se faça delas. O ingresso às Guias é uma decisão voluntárias do internauta, que aceita a possibilidade de encontrar material que possa afetar sua suscetibilidade .
Guias Relacionados
A Medicina Na Idade Media
Beneficios Das Plantas Medicin...
Ervas Medicinais De A" A "z" -...

Veja Mais...


Voltar ao topo