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Etiqueta e Imagem Pessoal
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Atualizado em 21/02/2009

A imagem é a primeira forma de apresentação, antes de falarmos, fazermos qualquer gesto, manifestarmos qualquer atitude, antes de darmos qualquer prova do que somos socialmente em todo e qualquer contexto. A nossa imagem funciona não só junto dos mais próximos, família, vizinhos, amigos, colegas de trabalho, nas nossas relações sociais, das mais íntimas e frequentes às mais afastadas, estando neste caso incluído o vastíssimo grupo de pessoas conhecidas ou até desconhecidas com as quais nos cruzamos nos transportes, restaurantes, em suma, nos lugares que frequentamos. É como que um flash fotográfico que permanece, do que somos e parecemos. É a imagem que projectamos. A nossa imagem, nestes termos, é como a nossa sombra que nos persegue, mas com a responsabilidade da carga que projecta. Pode ser algo de estético, feliz, agradável, extremamente interessante se for trabalhada ou produzida com consciência e ajuda de conhecimentos e noções fundamentais, que, neste texto, tentaremos transmitir. A exterioridade da imagem, espontânea ou elaborada, é apreendida por quem nos rodeia, desencadeando um sistema de reciprocidades a aproveitar de forma positiva para os que pretendem integrar-se socialmente. Mesmo quem à nossa volta capta com um rápido olhar sem dar especial atenção, sente a ressonância de sua presença. É o conjunto de muitas presenças, de muitas imagens que contribui para o ambiente social em que vivemos, desejavelmente agradável e estético. A primeira impressão que causamos é o nosso cartão de visita, com toda a carga informativa que o observador mais ou menos atento vai interpretando. Captam-se origens sociais, culturais, económicas, preferências estéticas, maneiras de estar na vida. E não é preciso ser psicólogo. Quantos de nós observamos, curiosos, pessoas que aparecem e dão nas vistas. Causar boa imagem é necessariamente um trunfo para os que se vão integrar no mundo do trabalho, em qualquer ramo profissional, desencadeando boas relações interpessoais e de amizade. Boa parte do que somos aos olhos dos outros vem da forma como actuamos e do que mostramos. O culto da imagem pode levar a exageros que reflictam narcisismo, consumismo, influenciado pelos mitos e modas que determinam tendências e gostos, da tentadora sociedade altamente mediatizada que é a nossa. Este potencial em que muitos apostam e tentam rentabilizar, homens ou mulheres, de idades jovens e maduras, pode ser elaborado através de cuidadoso trabalho para obter efeitos e objectivos. Começa por uma auto-análise, um auto-conhecimento a nível de características da figura, do controlo dos seus aspectos porventura desfavoráveis e valorização dos favoráveis. O reforço da auto-confiança pode começar por remeter para um trabalho de construção e valorização da imagem exterior. O corpo, a roupa, a maneira de estar e de andar compõem a parte visível que, só por si, toda a gente sabe, não é tudo. Falando do mundo feminino, mais especificamente, considere-se que nem sempre são manequins, os modelos e as belezas que têm mais charme ou irradiam maior simpatia. O olhar, ou melhor, a visão é um dos sentidos privilegiados para captar esses flashes da nossa figura. Mas a visão é suplantada por outro dom, mais apurado nuns que outros, que é a intuição. É a expressão, a empatia ou tão falada aura, o ar das pessoas que têm bom ar ou mau ar. Esse ar ou aura faz parte do grupo de coisas que percebemos e não sabemos explicar. Não é misterioso, muitas vezes embora o ar misterioso constitua um atractivo. É a visibilidade do invisível, esse algo inefável que os faz sonhar e põe a inteligência e a imaginação a render. A beleza física não é só física. É o que transmite também a interioridade, o sinal de uma inteligência, duma certa cultura e simpatia. Também o porte se torna um aspecto importante da apresentação da pessoa. A forma como se mexe, como anda, expõe a sua personalidade. A postura correcta é, direita, cabeça levantada sem exageros, erecta sem arrogância e balançada equilibradamente, sem balançar demais os braços. Estes devem acompanhar o corpo, descontraídos e flexíveis pelos cotovelos. As pernas devem mexer-se com passo firme, nem curto nem longo. Anda-se com ritmo, pernas juntas, sem arrastar os pés. Gesticula-se com moderação. Não se fala com as mãos nos bolsos. Não deve apoiar-se pesadamente nas paredes, portas, móveis, etc... Eis as regras mínimas essenciais para o porte correcto. Veja nos artigos do vendedor o curso completo...Etiqueta e imagem pessoal.....Cumprimentos - Hélder Encarnação

Palavras-chave: Etiqueta | Imagem | Pessoal | Apresentação | Postura
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