
As cinco maiores gravadoras de música e as três maiores varejistas do ramo terão de pagar US$ 67,4 milhões à vista por terem estabelecido preços de CDs, num caso lançado há dois anos em Nova York e na Flórida, disse o procurador Eliot Spitzer hoje.
Em agosto de 2000, 43 Estados norte-americanos e outras comunidades acusaram a indústria de uma prática chamada minimum advertised pricing (MAP) - na qual cada gravadora subsidia a publicidade para os lojistas que concordarem em não vender os CDs abaixo de um preço mínimo determinado.
Tal movimento teria inflacionado o preço dos CDs de forma artificial durante 1995 e 2000, violando leis federais e estatais de antitruste.
Os cinco selos - Universal Music, Sony Music, BMG Music Group, Warner Music Group e EMI - e as três varejistas - Musicland Stores, Trans World Entertainment e Tower Records - concordaram em parar com a prática do MAP como parte do acordo.
Fonte: Reuters
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