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O segundo jogo multiplayer baseado no universo de "Quake" carrega um nome familiar aos jogadores que gostam de trocar tiros online: "Enemy Territory", lançado em 2003, focava as partidas online, tendo como base o cenário de guerra de "Return to Castle Wolfenstein". Embora o tema agora seja outro, a fórmula do original continua intacta.
O Jogo.
Em "Enemy Territory: Quake Wars", você deve escolher entre cinco classes diferentes de personagens para participar da batalha, seja ao lado dos humanos ou dos alienígenas Stroggs. Diferentemente de "Quake 3: Arena", cujo objetivo era basicamente matar os outros jogadores, aqui você terá missões para cumprir em conjunto com sua equipe.
A fórmula de "Quake Wars" é simples: enquanto uma equipe defende, a outra ataca. Para vencer uma partida, a equipe atacante deve completar todos os objetivos, que vão desde implantar bombas em reatores de energia até "hackear" um dispositivo do inimigo. Para isso, é necessário que a equipe esteja dividida em diferentes classes de personagens, visto que cada uma possui uma habilidade especial necessária para a realização de determinadas ações. Além dos veículos, "Quake Wars" também possui um sistema de experiência, que recompensa o jogador com pontos a cada objetivo cumprido e mortes causadas. Estes podem ser trocados por aprimoramentos para seu personagem, armas, veículos e mais. Contudo, tais pontos não são fixos e, ao final de cada partida, o contador é reiniciado, Isso ajuda a balancer o jogo, caso contrário, os jogadores experientes seriam mais privilegiados em relação aos iniciantes.
Prós e contras.
As raças possuem características bem distintas e por isso a maneira de jogar é bem diferente para cada uma. Os Stroggs, por exemplo, dividem uma mesma fonte para saúde e munição. Portanto, você pode sacrificar sua energia para recarregar a arma e vice-versa.
Um dos pontos fracos de "Quake Wars" é a parte técnica: embora visualmente não seja um fiasco, está longe de ser um primor. Os cenários são pouco detalhados e o terreno conta com polígonos muito visíveis, que dá aquela cara geométrica aos mapas. Para compensar, os mapas são bem distintos e as texturas variadas, ainda que em muitos momentos apareçam completamente borradas.
Dependendo da sua configuração, a taxa de quadros pode cair bastante em certos ambientes, principalmente em locais com efeitos de fumaça ou outros elementos gráficos. A parte sonora não agrada muito. As vozes monstruosas dos Stroggs, por exemplo, parecem ter saído de algum desenho animado genérico.
Preço médio e requisitos do sistema.
O jogo para download pelo STEAM está saindo por US$ 49,95 (R$ 89,90), para comprar o jogo é preciso criar uma conta no site da STEAM e baixar o programa de gerenciamento de jogos. Então depois, fazer a compra e baixar o jogo.
Os requisitos mínimos para rodar o jogo são:
- Processador: Pentium 4 2,8 GHz, AMD Atlhon XP 3000+;
- Memória Ram: 512 MB;
- Espaço Livre: 5 Gigabytes;
- Placa de Vídeo: 3D com 128 MB, Directx 9.0;
- Sistema Operacional: Windows XP, Vista.
Os requisitos recomendados são:
- Processador: Pentium D 2,8 GHz, AMD Atlhon XP 5000+;
- Memória Ram: 2 GB;
- Espaço Livre: 5 Gigabytes;
- Placa de Vídeo: Aceleradora 3D com 256 MB, Directx 9.0, Pixel Shader 2.0, clock de 800MHZ;
- Sistema Operacional: Windows XP Professional, Vista.
Observações finais.
Apesar de ser um jogo online, ele pode ser jogado no modo single player (offline) contra o computador nas diversas modalidades do jogo.
Seus defeitos são compensados pela mecânica robusta e diversificada, que agradará principalmente os entusiastas dos jogos de tiro.
A variedade de classes de personagens, veículos, mapas, além do amplo modo de missões, fará com que cada nova partida seja diferente da anterior, o que faz dele um jogo bastante duradouro. Existem servidores nos principais portais do Brasil. Para jogar é necessário ter uma conexão ADSL de pelo menos 600 kbps para aproveitar o mínimo com o menor ping (tempo de resposta) possível. |