A recente recuperação da economia americana, que vinha aos trancos desde o 11 de setembro, está sendo saudada com entusiasmo pela indústria eletrônica. Esbanjando otimismo em seus pronunciamentos, dirigentes das principais empresas, reunidos esta semana em Las Vegas, prevêem anos de ouro daqui para frente.
Os números divulgados até agora de fato autorizam essa postura. Segundo a CEA (Consumer Electronics Association), que representa o setor, as vendas em 2003 atingiram a marca de US$ 96,4 bilhões nos EUA, um aumento até certo ponto surpreendente de 2,3% sobre 2002. Na verdade, esse era o nível dos negócios em 2000, antes da era Bin Laden. O plano agora é ultrapassar em 2004 a fatídica marca dos US$ 100 bi, chegando ao final do ano a US$ 103 bi, com projeções de 106 em 2005 e 117 em 2006.
Mas é importante analisar esses números com cuidado. Em 2003, o setor que mais contribuiu para o aumento nas vendas foi o de mídia virgem, ou seja, CDs e DVDs usados para gravações. Isso, claro, tem a ver com a expansão da venda de filmes e com os downloads da vida. Outros produtos que tiveram crescimento significativo em 2003 foram os portáteis (do tipo MP3 e congêneres), os celulares, PDAs e os TVs em geral.
Quem mais perdeu? O setor de áudio, com queda de 9,6%. Não à tôa, a indústria gira agora seu foco para a convergência: áudio será apenas mais um item num variado cardápio a ser oferecido ao consumidor.
|
É com enorme orgulho e satisfação que criamos este guia para seu conhecimento e satisfação.
Prezado leitor! Para que entendamos que foi útil este guia, pedimos com muito prazer e gentileza que antes de sair desta página, que vá até o final e responda a pergunta:

O seu voto nos motivará a descrever mais conhecimento a você e com isto menos erros em vossas compras. |
| Acredito ter lhe ajudado, com estas informações.
Por favor e gentileza, não deixe de nos agradecer com seu voto.
Um grande abraço.
|
|