Cadastrar Perguntas Home Minha Conta Mapa do Site
Buscar:
Buscar Guias sobre:
Escreva um guia
Mais de 7 mil pessoas participam de discussões sobre software livre
Autor:
Ver mais Guias do autor
Este guia não recebeu votos.
Atualizado em 16/10/2008

A nona edição do Fórum Internacional de Software Livre, o Fisl 9.0., que que começou no dia 17/04 e foi até o dia 19/04, em Porto Alegre (RS), reuniu mais de 7 mil pessoas de 21 países. Segundo a organização, esta foi a edição com maior número de participantes desde 2000, quando foi realizado o primeiro fórum.

Foram quase 300 palestras e, nesses três dias, professores, estudantes, empresários, pesquisadores e especialistas puderam compartilhar conhecimentos sobre o software livre, além de discutir, divulgar e buscar melhorar essa tecnologia. O software livre é um programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição.

Passados três dias de evento, a conectividade sem fio (wireless) que deveria funcionar com perfeição, foi o ponto fraco do FISL 9.0. Segundo alguns participantes da organização, a PUC-RS ficou responsável pela montagem da rede WiFi, subcontratando uma empresa privada. No FISL 8.0, ocorrido na FIERGS em 2007, a conectividade sem fio ficou a cargo da própria equipe da Associação Software Livre.ORG e os problemas foram somente de gargalo de conexão, que saturaram o link de 6 megas. Em 2008, com um aumento para 32 megas, o uso se deteriorou. 

O Fisl permitiu a discussão sobre a potencialidade dessa tecnologia e o seu uso em diversos campos, como na educação, na inclusão digital, no governo e no desenvolvimento das tecnologias da informação, como observou Jon Hall, um dos fundadores do conceito de software livre. "Empresas, comunidade e governos devem andar juntos e o Brasil é um bom exemplo disso."Para ele, o Brasil ?é a estrela guia do software livre".

TV digital é destaque no evento Dividida em três partes, chamadas Hora Ginga, a palestra sobre essa tecnologia de TV Digital foi bastante concorrida e lotou o auditório não só na primeira Hora Ginga, como nessa segunda que nós acompanhamos. O Ginga é o único middleware (nome dado a um sistema ou software que serve como um intermediador) desenvolvido com software livre e a novidade é que ele permite mandar vídeos e áudios com alta qualidade (HDTV), além de enviar dados, como informação de programação ou informações interativas. Marcelo Ferreira Moreno, coordenador técnico do Laboratório de TeleMídia da PUC-Rio, defendeu que o Ginga oferece oportunidades não só para emissoras de televisão, agências de notícias ou publicidade e produtoras de audiovisual, mas também para serviços de governo (Receita Federal, INSS, MEC), serviços financeiros como bancos, comércio eletrônico (e-commerce), instituição de ensino à distância, TVs comunitárias, produtoras independentes, desenvolvedores de jogos e de middleware que possam melhorar ainda mais a interatividade e os serviços. Ele explicou que o Ginga como software livre permite a intermediação das cadeias de radiodifusão interativa e os aparelhos de radiodisusão ou internet. Ou seja, o Ginga oferece uma comunicação entre fornecedores de serviços, como emissoras de TV, bancos etc e o público. De acordo com o Moreno, testes com tecnologia de TV Digital para a TV Pública já ocorrem. O exemplo dado por ele foi o caso da Caixa Econômica Federal, que mostrou uma consulta e aquisição de serviço através da TV digital. A comunidade Ginga encontrada no portal do software livre possui 3160 membros.Para saber mais sobre essa tecnologia, acesse: www.ncl.org.br, www.ginga.org.br, www.softwarepublico.gov.br, www.telemidia.puc-rio.br.

Este guia foi útil? Então vote SIM! É só um clique!

Palavras-chave: Mais | De | 7 | Mil | Pessoas
Este guia não recebeu votos.
O autor assume total responsabilidade pela publicação desse guia. Você acha que este guia é contrário às políticas do MercadoLivre? Informe aqui.
Nesta seção serão encontradas informações publicadas por Usuários, sob sua própria responsabilidade. O MercadoLivre não exerce controle do conteúdo das Guias e não responderá por informações imprecisas, errôneas ou difamatórias, tampouco pelo uso que se faça delas. O ingresso às Guias é uma decisão voluntárias do internauta, que aceita a possibilidade de encontrar material que possa afetar sua suscetibilidade .

Voltar ao topo