
A Associação Brasileira das Empresas de Software está comemorando o sucesso dos arrastões promovidos junto com a Polícia Civil de São Paulo na região de Santa Ifigênia, no centro da cidade, considerada o paraíso dos eletrônicos.
De acordo com números divulgados pela própria Abes, o número de barraquinhas de camelô na região caiu de 350, em 2000, antes da intensificação da Campanha Antipirataria, para menos de 70. E, dos 100 pontos de venda de CDs de música piratas, hoje existem apenas 11.
Os produtos, antes expostos ao ar livre, agora são escondidos em caixas de papelão pelos comerciantes, que mostram apenas uma imagem da caixa do programa à venda. A escolha também foi prejudicada, pois os camelôs temem ser avistados no momento da comercialização ilegal e correrem o risco de perder sua mercadoria, afirma um comunicado divulgado pela associação.
No ano de 2000, a Abes apreendeu na Santa Ifigênia 166.432 CDs piratas - o equivalente a 57,4 bilhões de reais em licenças de uso - em 120 batidas policiais. A associação também afirmou que houve uma queda considerável no número de apreensões do inicío da campanha para cá - para se ter uma idéia, 46.636 CDs foram apreendidos em março deste ano e, três meses depois, em junho, esse número despencou para 196 unidades.
Fonte: Info Exame
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