À RODTEC1 FORNECE DESDE MATÉRIA PRIMA DO TIPO CORANTE EM PÓ, DIETILENO GLICOL, ALCOOL ISOPROPÍLICO ATÉ TINTA INKJET / DESKJET E BULK INK. VEJAM NOSSOS PRODUTOS EM http://lista.mercadolivre.com.br/_NickName_RODTEC1
Selecionamos alguns dos principais defeitos dos cartuchos Lexmark e os comentamos, juntamente com suas soluções Os cartuchos Lexmark já há muito tempo desafiam os recicladores, com queimas constantes, tintas que não saem, cartuchos que entopem com incrível facilidade e dificuldade de reter a tinta quando recarregado. O objetivo deste artigo é propor algumas alternativas aos problemas enfrentados com eles, em especial os de limpeza, e é claro não esquecendo dos outros processos e detalhes A seguir, uma referência completa dos cartuchos mais novos, bem como sua utilização e volume original de seus tanques. Algumas referências de orifícios ainda não foram conseguidas dos fabricantes, por este motivo a tabela ainda está incompleta.
SELEÇÃO
Uma excelente seleção de cartuchos é um dos fatores de sucesso em uma recarga de Lexmark. Sempre seja extremamente criterioso para selecioná-los, eliminando qualquer indício de defeitos, como manchas pretas nos circuitos, falhas nos silicones de proteção e certamente qualquer ponto queimado mostrado nos testadores de cartuchos do mercado.OBSERVE bem nas cabeças dos cartuchos, e, havendo qualquer problema, o cartucho deve ser descartado.
ABERTURA DOS CARTUCHOS
Utilizando-se de um estilete largo, retire com calma a tampa do cartucho, evitando-se assim quebrá-la. Cuidadosamente insira a lâmina entre a tampa e o corpo e golpeie com um martelo, destacando assim as partes. Existem alguns sacadores de tampas, mas não os mencionaremos neste processo.
RETIRADA DAS ESPUMAS
Com o auxílio de uma pinça, retire a esponja do cartucho. Lave-a de preferência com água deionizada e seque-a com uma centrifuga.
Caso o cartucho esteja parado há muito tempo, é interessante que se troque a esponja, pois pode estar atacada quimicamente pela tinta, ou mesmo ressecada, prejudicando seu funcionamento. Recorra sempre a espumas de qualidade.
LIMPEZA INTERNA
O uso de vapor em limpeza de cartuchos é sempre uma polêmica decisão, com opiniões divergentes quanto a sua eficácia e seus possíveis danos às peças.
Qualquer processo de limpeza de cartuchos é tão bom quanto ruim, bastando utilizá-lo de forma correta e com o vapor isto não é diferente.
As cabeças de impressão dos cartuchos Lexmark são frágeis, e as placas contendo os orifícios de saída são compostas de material plástico, diferentemente dos HP (metálicas) e se estragam com facilidade. Qualquer impureza de tinta ou tinta ressecada pode prejudicá-las permanentemente. Por este motivo sempre se condena o uso de vapor nas cabeças de lexmark, justamente para não fragilizar mais ainda estas placas.
Porém o vapor pode ajudar em muito na desobstrução dos cartuchos Lexmark, se bem utilizado. Experiências de campo mostraram que o desentupimento da chamada ?graxa de sapato? proveniente da mistura da tinta com o ar atmosférico (o cartucho é aberto ao ar e a tinta muito reativa) é muito mais eficiente se usado de dentro para fora, ou seja, com a aplicação de vapor., por períodos curtos, próximo à malha de aço. Assim, a sujeira volta ao corpo interno, sendo facilmente removida por lavagem simples.
A seqüência de fotos anterior mostra um cartucho Lexmark pequeno sendo limpo por vapor de dentro para fora. Note que o tempo de cada ciclo de vaporização é de 2 a 3 segundos, evitando assim que a película externa da cabeça do cartucho se queime. Um outro processo seria de umectação, que consiste em deixar o cartucho em repouso por alguns minutos em uma pequena cuba contendo solução de limpeza, com a cabeça imersa nessa solução ou em contato com um papel toalha umedecido com esta solução. O único inconveniente deste processo é que funciona para cartuchos levemente entupidos. Para casos mais sérios, com entupimento total, há que se limpar internamente da maneira que mencionamos anteriormente.
RECOLOCAÇÂO DAS ESPUMAS
Mesmo tendo mencionado a limpeza e a recolocação das espumas antigas, a melhor opção é mesmo a substituição da espuma por uma nova. De qualquer forma, qualquer um destes procedimentos mencionados neste artigo é para cartuchos já entupidos, portanto a espuma antiga provavelmente contém partículas sólidas(tinta seca) que não são totalmente removidas e voltarão a entupir o cartucho.
REENCHIMENTO
Como todo o cartucho de esponja, o melhor método de enchimento é com vácuo, ou seja, equipamentos que carreguem em ambiente de vácuo. As espumas dos Lexmark ou dos fabricantes nacionais são muito porosas e de baixa densidade, acomodando facilmente a tinta. Em ambiente de vácuo podemos recarregá-los com uma baixíssima incidência de ar dentro das cavidades de tinta e do canal entre a malha de aço e a cabeça. Assim, este cartucho poderá ser recarregado com sua capacidade máxima e não apresentará falhas de impressão.
Caso opte por enchimento por agulha, muito cuidado com danos na malha de aço do cartucho - estas malhas são responsáveis por uma filtragem de partículas que poderiam prejudicar o desempenho do cartucho, bem como manter o fluxo correto de alimentação de tinta. Encha vagarosamente e procure usar agulhas corretas (3cm para os menores e 5cm para os grandes).
A foto anterior mostra os locais de enchimento dos cartuchos #35
- Amarelo ao lado esquerdo, magenta ao centro e ciano à direita.
Os cartuchos #31, #32, #33, #34, #35, #1, #2, #43, #44, #82, #83 e #88 possuem praticamente o mesmo formato. Apenas tomemos cuidado ao reciclá-los, no caso de recebê-los pela primeira vez, com os locais das cores, que podem variar de modelo para modelo.
Alguns cartuchos podem ser modificados para que recebam mais tinta do que originalmente é apresentado. O caso mais comum é do #17, que possui uma parede interna limitando a 2/3 a área interna de tinta. A parede deve ser removida cuidadosamente para que não se danifique a parte interna, e deve-se colocar uma espuma maior para que toda a área interna seja preenchida por tinta. Seu par, o cartucho colorido #27 não pode ser aumentado, pois as paredes que limitam os tanques das cores possuem uma altura insuficiente para colocarmos uma espuma maior.
Cartuchos como #71 e os #48 podem receber mais tinta que originalmente é oferecido, por possuírem espumas de tamanhos iguais aos seus pares de maior rendimento (#79 e #50), mas sempre temos que tomar cuidado com a idade da espuma, pois a cada carga de qualquer cartucho Lexmark, a espuma perde gradativamente a capacidade de armazenamento de tinta, decaindo quase 50% a cada carga.
EMBALAGEM
Os cartuchos Lexmark possuem um problema grave ao se colocar a fita azul, uma das melhores maneiras de selar seus orifícios, por apresentar os silicones de proteção dos contatos de circuito muito finos e muito próximos às saídas de tinta, dificultando mas não impossibilitando a sua instalação.
Independentemente do tipo de vedação escolhido, é preciso pensar na facilidade das tintas de ressecarem, portanto, há que se embalar completamente o cartucho para estocá-lo ou mesmo enviá-lo ao cliente.
Com estas dicas, seguramente seus problemas em trabalhar com cartuchos lexmark serão minimizados.
As marcas citadas são marcas de seus respectivos fabricantes e foram utilizadas neste artigo meramente em caráter informativo ao público em geral. |