Hoje em dia, existem inúmeros tipos de alarmes anti furtos no mercado. A maioria tem basicamente as mesmas funções, como bloquear a partida, disparo sonoro quando alguém entrar dentro do carro, controle de travas e vidros elétricos.
No entanto, alguns detalhes simples e que muitas vezes são esquecidos, podem fazer a diferença. Vamos citar os mais comuns:
Não utilizar os sensores do alarme nos interruptores de porta ( os mesmos que acendem e apagam as luzes internas ). Neste caso, há sempre uma segurança a mais, pois se o sensor de ultrassom falhar, ao abrir a porta, o alarme irá disparar.
Não utilizar sensores nos interruptores do capô e/ou porta malas. Neste caso, o ladrão pode abrir o capô do motor e desligar a bateria e a sirene. No caso do porta malas, ele pode roubar o porta malas sem que o alarme dispare.
Alguns carros têm a bateria bem perto do pára brisas e a proteção é uma placa de plástico relativamente frágil. Neste caso eles quebram esta placa e desligam a bateria. Em alguns casos, é melhor instalar protetores metálicos.
Quando você estiver no trânsito e alguém o abordar, normalmente de nada adiantará o seu alarme, pois a maioria das pessoas colocam o controle junto da chave e você não conseguirá acionar o alarme, pois o bandido não vai esperar você retirar o controle da chave, né? Para estes casos, o mais recomendável, são os módulos anti-furtos que desligam o carro após algum tempo e são acionados com o abrir e fechar da porta automaticamente.
Hoje em dia também existem as travas de volante com ruído, que são equipamentos que disparam uma sirene dentro do carro, o que impede que uma pessoa consiga ficar dentro para efetuar o roubo.
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