Um dos mais famosos mocinhos dos seriados das matinês de cinema dos anos 1940 e 1950, casado com Dale Evans, dono e companheiro de aventuras do cavalo Trigger. Suas aventuras em quadrinhos inicialmente foram desenhadas por John Buscema, então praticamente um adolescente, mas que já mostrava traços que o tornariam um dos maiores ilustradores de todos os tempos, a ponto de ser chamado por Stan Lee de "O MICHELANGELO DOS COMICS".
Foi lançado no Brasil por Roberto Marinho, nas páginas do Novo Globo Juvenil e do Gibi Mensal nos anos 1940 e começo dos 1950. Então, Adolfo Aizen adquiriu os direitos, e o lançou em título próprio em Fevereiro de 1952, período em que a EBAL mandava no mercado editorial de quadrinhos no Brasil.
As revistas eram em formato americano, e continham 32 páginas internas em preto-e-branco. Roy Rogers ainda apareceu em alguns almanaques e especiais, como Aí, Mocinho!, Reis do Faroeste (da EBAL), e na capa de uma edição especial, com histórico de cowboys famosos do cinema e TV da década de 1950 (da Rio Gráfica e Editora).
As capas traziam fotos do mocinho cantador, em bonito colorido, mostrando todo o guarda-roupa que se tornou modelo para o estilo country, seguida até hoje pelos cantantes norte-americanos, solistas, duplas ou conjuntos, e no solo brasileiro, então é uma festa de todas as cores, não só verde e amarelo.
Comics, quadrinhos, fumetti, mangá, banda desenhada, e outras designações lingüísticas, é uma influência constante em nossa sociedade, seja no âmbito social, musical, intelectual, e até político.
Realmente, para mim as histórias-em-quadrinhos são uma fonte de lazer, conhecimento, inspiração, e até de ganho profissional.
SALVE! SALVE! VIDA LONGA AOS HERÓIS DO IMAGINÁRIO. ELES SÃO A SALVAÇÃO DO MUNDO, DE VERDADE. QUEM LÊ E ENTENDE AS MENSAGENS, VIVE MELHOR, E COM PAZ NO CORAÇÃO, E FELICIDADE NA ALMA.
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