A partir do dia 1º de abril, as operações efetuadas pelos setores de fabricação e distribuição de cigarros e os de produção e distribuição de combustíveis líquidos, que contabilizam 5 mil estabelecimentos, estarão obrigados à emissão unicamente de notas fiscais eletrônicas, em substituição às notas fiscais em papel.
Essa obrigação se estenderá, em 1º de setembro de 2008, também a outros setores econômicos, como os fabricantes de automóveis, cimento, medicamentos, frigoríficos, fabricantes de ferro-gusa, laminados, bebidas, entre outros.
A inclusão desses setores já estava prevista no cronograma do projeto NF-e (Nota Fiscal Eletrônica). De acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira pela Receita já formam emitidas mais de 4 milhões de notas fiscais eletrônicas, representando aproximadamente R$ 35,8 bilhões em operações comerciais.
A NF-e foi desenvolvida com o objetivo de melhorar o ambiente de negócios, sendo uma grande ferramenta no combate à sonegação. A emissão dessa nota traz para as empresas substanciais melhorias em seus processos operacionais, simplificação de tarefas, redução de custos e eliminação de erros.
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