99,9% dos módulos conversores do Mercado Livre estão sendo anunciados como módulos flex, aproveitando a onda dos flex originais de fábrica, lançados desde 2003.
Relembrando anos anteriores, para rodar com álcool em motores injetados, à gasolina, bastava trocar o chip da central de injeção, era gravado um novo chip que enganava a central de injeção.
Aos poucos este trabalho foi se aprimorando, porém o único custo benefício viável é para veículos de competições, com vida útil reduzida.
A longo prazo e por isso as montadoras simplesmente nunca trocaram os chips dos carros, esta "conversão" se perde em termos financeiros e sujeita seu patrimônio à degradação total d motor.
Posteriormente, em função dos altos custos de reposição de centrais de injeção que davam problemas, começaram a aparecer sistemas externos para enganar a central do carro, ditos universais.
O funcionamento era pior, pois era universal!
Com o advento dos nomes flex, power flex, flex fluel, total flex das montadoras, a coisa desandou, tudo que rodava para álcool começaram a chamar de sistema flex.
Poderíamos, como vendedores qualificados que somos ter embarcado na onda do dinheiro fácil, lucrando rios de dinheiro à custas de compradores mal informados, ficamos fora do mercado mais de 3 anos, até que fosse lançado o T4FLEX da Tury, o único sistema flex existente do mercado, cuja sua partida à frio é fabricada pelo mesmo fornecedor de uma montadora brasileira.
FLEX = RODAR IGUAL, INDEPENDENTE DO COMBUSTIVEL NO TANQUE, INDEPENDENTE DA PROPORÇÃO ENTRE ELES. FAÇA O TESTE!
Portanto, lembrem-se sempre, o barato SEMPRE SAI CARO, ao longo prazo. |