
Não faltaram críticas ao excesso de carga tributária e ao alto custo para obtenção de capital por parte das empresas de TV por assinatura durante a abertura da ABTA 2001 - Congresso e Feira Internacionais de Telecomunicações, promovido pela Associação Brasileira de Telecomunicações por Assinatura (ABTA), que começaram hoje em São Paulo.
O presidente do conselho da ABTA, Alexandre Annenberg, criticou a incidência exagerada de impostos, a cobrança de taxa das mais diversas, desde uso dos postes até recolhimentos federais para fundos de universalização e a demora na concessão de novas licenças. E a equação não fecha, disse o executivo, referindo-se ao montante já investido pelas empresas de TV por assinatura e o baixo retorno conseguido até agora.
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Renato Guerreiro, destacou em sua apresentação que as empresas de TV por assinatura serão parceiras absolutamente privilegiadas no processo de abertura de mercado previsto para 2002. Essas empresas já estão presentes na maioria das grandes cidades brasileiras e serão excepcionais parceiras das empresas de telefonia que vão se lançar em novos mercados, disse Guerreiro, referindo-se à possibilidade das operadoras locais expandirem suas atuais áreas de concessão em 2002 a partir da antecipação das metas estabelecidas para 2003.
Fonte: Agência Estado
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