Cadastrar Perguntas Home Minha Conta Mapa do Site
Buscar:
Buscar Guias sobre:
Escreva um guia
Do VHS para o DVD
Autor:
Ver mais Guias do autor
10 de 10 qualificaram esse guia como útil.
Atualizado em 25/09/2008

Criar DVDs com menus interativos e capitulados a partir de fitas VHS é um processo lento, trabalhoso e requer equipamentos relativamente caros como um bom computador, um gravador de DVD, placa de captura de vídeo e softwares proprietários ? que precisam ser comprados. Caso você não tenha paciência ou dinheiro suficiente para fazer a conversão em casa, não será difícil encontrar profissionais ? principalmente em cidades grandes como São Paulo e Rio de Janeiro ? que realizam todo processo por algo em torno de R$ 20, por fita. Mas se você gosta de desafios, não se incomoda em gastar um pouco mais para ter tecnologia de ponta em casa ou tem muitos filmes antigos que quer passar para o formato digital, vale o investimento. Para simplificar a explicação do processo, é interessante separá-lo em duas partes.
LEIA MAIS
Clique aqui e assista a um vídeo em que nossa equipe esclarece suas dúvidas sobre conversão de VHS para DVD!  
A primeira é a digitalização do conteúdo da fita ? seja direto para um DVD ou para o HD do computador. Feita a digitalização, passa-se para a segunda parte, que é trabalhar este conteúdo dividindo-o em capítulos, colocando trilha, legendas, efeitos, montando menus e dando uma cara mais profissional ao trabalho. Confira a seguir os detalhes das duas fases. A conversão São três formas básicas de passar o conteúdo da fita ? que tem sua informação armazenada analogicamente ? para o formato digital (do DVD, do iPod, do Windows Media Player, entre outros). Feita a conversão, o usuário pode passar a informação para o computador e lá montar menus, inserir legendas, trilhas sonoras e outros efeitos que lhe interessem. A primeira ? mais fácil e cara ? é por meio da compra de um aparelho que é um misto de videocassete e gravador de DVDs. Como os antigos toca-fitas ?double-deck?, o usuário coloca a fita VHS do lado esquerdo do aparelho enquanto do lado direito, em um drive de DVD-R, ele insere um DVD virgem. Com o apertar de alguns botões, o processo é iniciado e a informação da fita é passada para o formato digital. Vale lembrar que o processo é feito a 1X ? ou seja, se o conteúdo que está na fita tem uma hora, levará uma hora para passá-lo para o DVD. Dois modelos interessantes deste tipo de aparelho são o LG RC7000B e o LG RC7723B. A segunda opção é a compra de um gravador de DVDs que pode ser conectado a um videocassete tradicional. Esta opção é interessante para quem já tem o leitor de fitas VHS em casa. Neste caso, para passar o conteúdo da fita para o formato digital, o usuário deve conectar o videocassete ao gravador de DVDs. Feita a conexão, o processo de gravação se faz ?manualmente?. Ou seja, o usuário deve apertar o botão ?Record? no gravador de DVDs e depois dar início à reprodução do conteúdo na fita VHS, que será armazenado em um DVD virgem. Neste caso, uma boa opção é o Philips DVDR3380/78. O terceiro e último método é o mais complicado, mas também é o mais econômico por não limitar o uso das tecnologias por ele empregadas: o gravador de DVD para computadores e a placa de captura vídeo. A placa de captura, por exemplo, além de ser usada para puxar o conteúdo de uma VHS, pode gravar praticamente qualquer coisa que emite um sinal de vídeo e áudio. Já no caso do gravador de DVD, o usuário pode, além de usá-lo para guardar informações visuais, queimar discos de até 6GB de informação ? um ótimo recurso para fazer backup de  bibliotecas de música ou imagens. Como sugestão de hardware, ficam as placas da captura da Pinnacle e da PixelView. Já os gravadores de DVD são muitos e de muitas marcas, portanto, cabe ao consumidor escolher o que se encaixa melhor ao seu bolso e interesses. Pois bem, explicada a economia e a versatilidade deste método, vamos à sua desvantagem ? o fato de ser mais complicado por envolver mais passos e maior conhecimento de tecnologia. Para realizar o processo, de início, o usuário terá de instalar a placa de captura. Feito isso, deve conectar seu videocassete ao periférico ? geralmente por meio de cabos RCA (aquele amarelo, vermelho e branco) ? e, com auxílio de softwares que comumente acompanham o hardware, fazer a digitalização das imagens. Um bom espaço no HD também se faz necessário já que informação em vídeo, principalmente com qualidade de DVD, ocupa um bom espaço. Caso o usuário já queira passar o conteúdo para um DVD virgem, basta inseri-lo no drive e queimar a informação no formato VOB ? que pode ser lido por qualquer leitor do Digital Video Disc. Inclusão de menus, legendas, capítulos e extras Para editar vídeos digitais em casa o usuário vai precisar de um computador robusto. Portanto, antes de se aventurar pela editoração e criação ? também conhecida como ?autoração? ? de DVDs, verifique se sua máquina tem um bom processador (Pentium 4, Pentium Centrino M ou Centrino Core Duo), pelo menos 512 MB de memória RAM (sendo o ideal 1 GB), se possível memória dedicada de vídeo e entre 10 GB e 15 GB de espaço livre no HD. Afirmar, categoricamente, que não existem alternativas boas e gratuitas para autoração de DVDs seria uma irresponsabilidade. Mas, por ser uma ferramenta extremamente complexa, que envolve uma série de tecnologias (de vídeo, áudio, formatação e codificação, entre outros) e que requer uma excelente capacidade de administração do pesado processamento de dados, é mais difícil encontrar programas e programadores dispostos a fazer tudo isso gratuitamente. Por isso, os softwares indicados nas nossas dicas se restringem aos softwares proprietários ? isto é, eles que precisam ser adquiridos e não podem ser baixados gratuitamente pela Internet. De nível profissional, talvez a solução mais completa e com mais tutoriais gratuitos na Internet ? o que facilita o aprendizado ? seja o DVD Architect 3.0a, da Sony. Com ele, o usuário consegue montar menus, editar conteúdo, inserir legendas, colocar trilha sonora, capitular e ainda gravar o conteúdo em um DVD virgem. Recursos complexos como inserção de trilha sonora com loop no menu, bem como comandos que levam o usuário ao filme em si, ou apenas a uma seleção editada, ou ainda a uma galeria de imagens do filme ? como se vê em DVDs profissionais ? também são oferecidas de forma relativamente simples ao usuário. Caso o usuário não queira usar o Vegas+DVD Architect 3.0a da Sony, que sai por US$ 90, outras opções, como o Media Chance DVDLab (US$ 100), Adobe DVD Encore (US$ 380), e Sonic Scenarist, também estão disponíveis na rede. O procedimento como um todo ? de digitalização de um VHS e criação de um DVD profissional a partir do conteúdo capturado ? é complexo. Em termos de áudio, seria parecido com converter um LP em um CD já que se tratam de duas plataformas diferentes de armazenamento de informação: analógico e digital. Com o tempo, porém, espera-se que o processo se simplifique e que os colecionadores de fitas e os pais corujas não precisem mais se preocupar com o bolor que se forma no VHS daquele clássico ou do filme do primeiro aniversário da filho. Com a conversão do VHS para o DVD, suas preciosas imagens ficarão definitivamente imortalizadas ? agora digitalmente.

Este guia foi útil? Então vote SIM! É só um clique!

Palavras-chave: Do | Vhs | Para | O | Dvd
10 de 10 qualificaram esse guia como útil.
O autor assume total responsabilidade pela publicação desse guia. Você acha que este guia é contrário às políticas do MercadoLivre? Informe aqui.
Nesta seção serão encontradas informações publicadas por Usuários, sob sua própria responsabilidade. O MercadoLivre não exerce controle do conteúdo das Guias e não responderá por informações imprecisas, errôneas ou difamatórias, tampouco pelo uso que se faça delas. O ingresso às Guias é uma decisão voluntárias do internauta, que aceita a possibilidade de encontrar material que possa afetar sua suscetibilidade .

Voltar ao topo